Mobilidade nas Ruas: Distrito de Santo Aleixo (Magé)

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O Distrito de Santo Aleixo localiza-se no extremo norte do município de Magé, junto às divisas de Petrópolis e Guapimirim; distanciando-se não apenas do centro de Magé mas também de Duque de Caxias, principal cidade vizinha.



Situado ao sopé da Serra dos Órgãos, entre montanhas e cortado por rios, o relevo acidentado encerra as construções em um pequeno vale coberto por densa mata secundária cortada por inúmeros riachos. Todo o traçado urbano seguiu a conformação do vale.



O distrito de Santo Aleixo engloba ainda os bairro de Andorinhas, Cascata, Capela, Cachoeirinha, Gandé, Jardim Esmeralda, Morro Cavado, Morro do Pau à Pique, Morro do Batatal, Poço Escuro e Vila Operária.



O distrito fica praticamente todo numa região de vale, pouco povoado, contando com poucas ruas principais e vilas de pequeno porte, em uma área cercada de verde e banhada por rios e cachoeiras que têm suas nascentes nos vales e montanhas que formam a Serra dos Órgãos.



Há décadas Santo Aleixo contava com uma importante fábrica têxtil e sua rotina era agitada por dois cinemas, hoje desativados.



O início da colonização do distrito se deu por volta do século XVIII, onde alguns desbravadores, portugueses e escravos, encontraram na região um solo fértil para a lavoura, água em abundância e um clima bastante agradável.


Capela de Santo Aleixo. Foto: Gustavo Lusori
A região passou a ser conhecida como Santo Aleixo em 1743 com a construção, pelo casal José dos Santos Martins e Joana Caldeira de Araújo, de uma capela dedicada a Santo Aleixo. Por decreto, o distrito de Santo Aleixo foi criado em 28 de maio de 1892.



A população era composta, na sua grande maioria, de lavradores que tinham como principais gêneros de produção a farinha de mandioca e o café. A situação começou a se modificar em 1847, quando da instalação de uma das primeiras indústrias de tecidos do Rio de Janeiro, a Fábrica Santo Aleixo.


Entrada da Fábrica Santo Aleixo - Fonte: Magé Terra do Dedo de Deus

Em razão da água em abundância, foi escolhido no Século 19 para receber importantes indústrias têxteis. As turbinas das indústrias, movidas à água, eram a força motriz de máquinas e caldeiras. A indústria têxtil no Século 18 representou o início da Revolução Industrial na Inglaterra.



A fábrica tinha cinco pavimentos de madeira, com janelas na frente e nos fundos. Na frente, havia uma torre que terminava num condutor elétrico que protegia o prédio. Além desse edifício, existe outro, também todo de madeira, onde moravam os operários. O maquinário era movido a água conduzida por uma vala.


Vista aérea da Fábrica Santo Aleixo - Foto: Revista Guia e Cia

Além do prédio principal, havia outros situados simetricamente de cada lado da sede da fábrica, formando uma ampla área dominada, ao centro, pela torre. Nas proximidades, ficava a residência do proprietário com um plantel de árvores, de um lado, e um maravilhoso jardim do outro – tudo isso rodeado pelos contrafortes da Serra dos Órgãos. O contraste bucólico com a indústria deixava a impressão duradoura.




Vila Operária da Fábrica Santo Aleixo - Foto: INEPAC
A Fábrica Santo Aleixo situava-se longe dos grandes centros, rico em energia hidráulica e onde facilmente podia ser construído um empreendimento isolado e auto-suficiente, formando o “sistema de fábrica com vila operária” onde os membros da classe operária estariam subordinados duplamente ao patronato fabril, uma vez que este é proprietário das casas e dos aparatos institucionais

Em Santo Aleixo, a situação de fábrica com vila operária, combinada ao isolamento, resultante de sua configuração geográfica, propiciaram a concretização de experiências coletivas geradoras de um peculiar processo de sedimentação das identidades sociais. A especificidade dessas experiências foi potencializada pelo próprio modo como se caracterizou o processo de adensamento da população.




Fábrica Andorinha ao lado do Rio Roncador - Foto: Reprodução da internet

Depois da Fábrica Santo Aleixo, outra fábrica do ramo têxtil veio se instalar na região, a Fábrica de Andorinhas, que começou a ser construída em 1870, transformando definitivamente aquela região agrícola numa área industrial.


Reforma e ampliação da Fábrica de Andorinhas em 1935 - Foto: Reprodução da internet

O lugar tornou-se um verdadeiro polo de atração de famílias oriundas de regiões vizinhas. Houve, inicialmente, uma migração interna, quando a população, outrora ocupada com atividades agrícolas, passou a se concentrar ao redor dessas fábricas.




Fábrica de Tecidos Andorinhas - Foto: Reprodução da internet

Posteriormente, houve migrações externas, intermunicipais e interestaduais, aumentando significativamente o número de habitantes.

Esse intenso movimento migratório em direção ao distrito de Santo Aleixo ligase ao contexto de incremento das atividades industriais no Brasil.
Como é sabido, a década de 1930 foi marcada por um aumento dessas atividades no país.


Fábrica Esther em Santo Aleixo - Magé RJ - A empresa Transportes Primavera operava linhas na região.
Foto: Reprodução da internet

Nesse período, a legislação social que vinha sendo objeto de lutas em anos anteriores passou a ser efetivamente elaborada e implementada, traduzindo-se em significativos benefícios para o trabalhador industrial, sobretudo quando posto numa relação com o trabalhador rural.



Tais medidas, conjugadas aos melhoramentos proporcionados pela abertura das estradas no município de Magé, possibilitaram o surgimento e o progressivo crescimento da ocupação em torno da Fábrica Pau Grande (também em Magé) e da área circunvizinha às Fábricas Santo Aleixo e Andorinhas.


Selo próprio da Fábrica Santo Aleixo para impedir falsificação
Fonte: Revista Guia e Cia

Umas das grandes dificuldades encontradas pelas fábricas era a questão do transporte, este era feito por rio, naquela época o Rio Roncador ou Santo Aleixo era navegável até o Gandé, o restante do trajeto era feito através de carroças, tanto a matéria prima quanto o produto final eram transportados em carroças. O restante da população utilizava-se de cavalos, ou andar a pé. Algumas carroças faziam transporte, mas apenas de comerciantes e venderes viajantes.



A primeira estrada macadamizada que ligava a Magé e Santo Aleixo foi construída por Adam Brumer, a estrada servia para o transporte de algodão entre as duas fábricas e ganhou o nome do seu construtor. O início da construção foi por volta de 1906, e sua inauguração foi em 1910.



A estrada construída por Adam Brumer teve uma curta duração, já nos finais de 1920 e início de 1930 ela se encontrava em completo abandono. Esta foi reconstruída por um acordo entre as fábricas e a prefeitura.


Bondinho que ligava Magé à Santo Aleixo Foto: Acervo Edson Golinelhi

Por volta de 1915, a Companhia Mageense aproveitou o motor de um caminhão e construiu um bonde para ligar Magé a Santo Aleixo, transportando assim os materiais das fábricas e a população, fazendo duas viagens por dia. Trabalhavam como motoristas nessa linha

O bondinho deixou de funcionar em 1934 quando a Companhia Mageense colocou a Fábrica Andorinhas à venda.



A primeira linha de ônibus de Magé Foi criada em 1931, o casal Martiniano e Durvalina Pereira Soares, inauguraram a primeira linha de ônibus do município, cujo nome era Companhia Melhoramentos – Santo Aleixo/Magé.



Companhia Melhoramentos – Santo Aleixo/Magé - Foto: Reprodução da internet


A empresa possuía três carros:
O primeiro foi construído em março de 1931 em Teresópolis, era um Chevrolet 1928;
O segundo foi construído em Santo Aleixo pelos próprios donos da empresa, pois “Seu Martiniano” era considerado um excelente carpinteiro, um Chevrolet 1930;
O terceiro ônibus, também um Chevrolet, foi comprado de uma empresa de Teresópolis.


Mage x Santo Aleixo - Viação Itambi - Foto: Reprodução da internet

A empresa realizava a ligação entre a sede do município de Magé e a sede do distrito de Santo Aleixo. Posteriormente, o serviço na região passou para a Viação Itambi.



O distrito é ligado ao distrito sede (Magé) e à Piabetá, localizado no distrito de Inhomirim. A principal via do distrito acompanha o leito do Rio Roncador, recebendo três denominações:


O distrito é ligado ao Centro da Cidade do Rio de Janeiro e ao município de Duque de Caxias através de linhas da empresa Auto Viação Reginas. Suas linhas percorrem a BR-040 ´Rodovia Washington Luís e BR-116 Rodovia Santos Dumont. A linha com origem em Duque de Caxias atende também ao Centro de Magé. Embora identificada como Andorinhas, a linha para mais acima do Vale do Rio Roncador, na localidade conhecida como Batatal.


  • Rua Waldemar Colombo Garcia;

Desde o Batatal à Andorinhas.


  • Rua Malvino Ferreira de Andrade;

Desde Andorinhas ao Vilar Santo Aleixo, cortando as vilas de Xalé e Poço Escuro.




A linha 1001 da Transportee Turismo Iluminada parte do Centro do município de Magé e percorre os bairros da Vila Nova, Bela Floresta, Jardim Nova Marólia, Jardim Nova Marília, Jardim Esmeralda, BNH, Gandé, Capela, Britador, Vila Operária, Vilar Santo Aleixo, Poço Escuro, Xalé, Andorinhas e Batatal, onde termina a linha.


  • Rua Otto Linch Bezerra de Melo;

Desde a Praça Joaquim Leitão à Praça Guarani, entre o Vilar Santo Aleixo e a Vila Operária.


  • Rua Laura Magalhães Teixeira;

Desde a Praça Guarani ao Trevo da Capela, passando pelos bairros da Cascata e Britador.




A lnha 458M liga o distrito  ao município de Niterói, atendendo ainda à sede do município de Magé. Sue percurso é realizado pela BR-493 Rodovia do Contorno da Guanabara, hoje sobreposta ao Arco Metropolitano. Atende ainda aos municípios de Guapimirim, Itaboraí e São Gonçalo.


  • Estrada Adam Blumer;

Desde a Capela ao Jardim Nova Marília, percorrendo os bairros do Gandé, BNH e Jardim Esmeralda. Esse segmento cruza também a BR-116 Rodovia Santos Dumont.


  • Estrada Papa Pio XII

Após a passagem de nível do Jardim Nova Marília até a Praça Getúlio Vargas, localizada no Centro de Magé.





O distrito é ligado também à Piabetá através da Estrada Alan Antonio Bergara. A estrada que tem incício na Capela, contorna o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, atendendo aos bairros mageenses da Cachoeirinha, Vila Rica, Rio Ouro, Covanca, Cachoeira Grande, até alcançar Piabetá.

A via percorre o vale dos rios Suruí, da Cachoeira e Caioaba.



As linhas municipais que atendem ao distrito foram adquiridas pela Transportadora Primavera, que já atuava no município desde a absorsão da Rápido Paugrandense. Administrada pelo Grupo Luxor, a empresa encerrou as atividades em 2004, sendo suas linhas municipais operadas emergencialmente pela Auto Viação Reginas.





A linha que liga Andorinhas à sede, passou a ser operada pela Magemirim Transportes, que já operava linhas entre o 1º distrito mageense e o município de Guapimirim, antes 3º distrito de Magé, emancipado em 1990.

As linhas municipais que atendem ao 6º distrito mageense (Vila Inhomirim) eram operadas pela Transportadora Primavera desde a sua fundação.




Linha Magé x Andorinhas em 1997 - Foto: Moacir Ramos

Nos anos 2000, por conta das diversas crises financeiras enfrentadas pelo Grupo Luxor, a empresa já não prestava com excelência os serviços à população.

Em virtude disso, a Prefeitura Municipal de Magé, através do Decreto de Nº. 2222 do dia 17 de abril de 2006, contrata emergencialmente a Auto Viação Reginas para que operasse parte das linhas municipais, com isso, houve a seguinte distribuição:



Grupo 1 - Auto Viação Reginas:

Magé x Andorinhas
Magé x Ipiranga via Suruí
Magé x Ipiranga via Estrada Nova
Piabetá x Andorinhas
Magé x Piabetá (via Rio do Ouro)
Pau Grande x São Francisco
Magé x Raiz da Serra
Magé x Pau Grande





Grupo 2 - Transporadora Primavera:

Magé x Piabetá via Estrada da Conceição
Andorinha x Capela (circular)
Magé x Vila Rica
Magé x Piedade
Magé x Barão de Iriri
Piabetá x Jardim Esmeralda
Piabetá x Barreira (circular)
Piabetá x Parque dos Artistas (circular)
Piabetá x Nazareno
Piabetá x Suruí
Piabetá x Parque Paranhos (circular)
Piabetá x Ponte Preta (circular)
Piabetá x Mauricéia (circular)
Piabetá x Raiz da Serra
Piabetá x Pau Grande
Piabetá x Meio da Serra
Piabetá x Magé via BR





Em 2009 após licitação para permissionária para operação integral das linhas, foi vencedora a Alfa Rodobus Transportadora Turística. Com isso, ela substituiu a Auto Viação Reginas, que já operava com exclusividade as linhas municipais mageenses.




Em dezembro de 2011 a prefeitura de Magé rescindiu com a Alfa Rodo Bus o termo de permissão de uso das linhas municipais da cidade. Segundo a prefeitura, a empresa paulista não estaria cumprindo as condições determinadas no contrato, desrespeitando a gratuidade dos idosos e dos estudantes e ainda trafegando com ônibus sujos, pneus carecas e descumprimento aos horários nas 25 linhas.





Transturismo Rei Ltda (TREL) foi contratada emergencialmente por seis meses até que a nova licitação fosse concluída. No dia 28 de abril de 2012 surge a Transporte e Turismo Iluminada, empresa integrante do Grupo TREL e vencedora do processo licitatório.

Ainda em abril de 2012, por determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a Alfa Rodobus retoma as linhas municipais, sendo a Iluminada (vencedora da concorrência naquele ano) impedida de operá-las.





A decisão foi tomada pelo mesmo desembargador que acatou o impedimento da Alfa Rodobus por solicitação da Prefeitura Municipal de Magé.

No ano seguinte, o efeito suspensivo do direito de rodagem da Transportes e Turismo Iluminada foi cancelado e a empresa retoma a operação do transporte coletivo de passageiros em Magé.




As linhas municipais são operadas com veículos de todas as empresas do Grupo TREL (TREL, Divina Luz e Iluminada)

A empresa, vencedora da licitação realizada em 2012, fora forçada a interromper as atividades por causa da Alfa Rodo Bus, mas conseguiu reverter o resultado em 2013.

A ligação de Andorinhas no distrito de Santo Aleixo com o município de Niterói, teve origem com a COGEL - Coletivos Magé Ltda.
A empresa era dona das empresas Viação Floresta e Tricordiano Transportes e Turismo, que são divididas quando a Transturismo Rio Minho assume a Cogel.




COGEL - Coletivos Magé Ltda - Niterói x Andorinhas - Foto: Acervo Cia de Ônibus

Já as empresas subsidiárias da COGEL são repassadas para outros empresários.

A Tricordiano é repassado para a Icaraí Auto Transportes e depois foi para a Viação Rio Ouro e a Floresta ficou com a Viação Mauá.

Nos anos 70, a Rio Minho assumiu as linhas que eram da COGEL - Coletivos Magé Ltda:

121 Magé x Niterói
458 Andorinhas x Niterói



Basicamente essas linhas estavam em sua área de atuação e tinham trajetos sobrepostos aos seus, podendo ser considerados concorrentes.



Com o controle acionário na Rio Ita, as linhas originadas na COGEL são entregues à Expresso Rio de Janeiro (Magé-Itaboraí).
Nas últimas décadas, outras linhas foram repassadas para a Expresso Rio de Janeiro.


Nos últimos anos, a Expresso Rio de Janeiro sofreu muitas perdas de veículos em casos de incêndios. Em todos esses casos, a Rio Ita, empresa majoritária do Grupo, emprestou veículos para suprir a demanda e evitar maiores prejuízos à população.



Em uma nova estruturação do setor de Magé, algumas linhas que atendem ao município e que eram operadas pela Transturismo Rio Minho, foram repassadas para a empresa Mageense.

Em junho de 2015, a Expresso Rio de Janeiro, recebe as últimas linhas no setor de Magé da Transturismo Rio Minho. foram elas:



2945I Nova Iguaçu x Niterói via Magé e Caxias 
603I Nova Iguaçu x Magé





Sendo assim, a Rio Minho ficou apenas com as linhas cujo itinerário compreende a travessia da Ponte Rio-Niterói.

As linhas que ligam o distrito ao Centro da cidade do Rio de Janeiro e à Duque de Caxias eram operadas pela Luxor Transporte e Turismo
A Luxor foi fundada em 1960 e encerrou suas operações em 2005.



Sua área de atuação original era a ligação da sede da cidade e distritos de Magé ao Centro das cidades do Rio de Janeiro e Duque de Caxias.



Ao assumir linhas que eram da extinta AVEL – Auto Viação Estrela Ltda que ligavam Duque de Caxias e Magé à Petrópolis através da Estrada Velha da Serra da Estrela e a das linhas da empresa TREL – Transturismo Rei Ltda em Duque de Caxias que ligavam os distritos de Campos Elísios, Xerém e Imbariê ao Centro do Rio, a empresa cresceu em tamanho e em área operacional, fazendo que ela então fosse dividida.


Fase de transição das linhas entre a Luxor e a Anatur - Foto: Reprodução da Internet

A empresa foi encampada pelo governo do estado nos anos 80 e desde que deixou a encampação, a empresa que outrora crescia e prosperava, começou a entrar e decadência nos anos 90. Com a crise que assombrou a empresa, a Anatur deixou o setor de fretamento e turismo para dar apoio as linhas urbanas da Luxor em 1997.



Com isso, parte de suas linhas, passaram a ser operadas pela empresa irmã ANATUR, que antes operava apenas no segmento de turismo.

Em 2001 a Anatur foi extinta e a Luxor, após uma reestruturação, adquiriu algumas linhas que atendiam os distritos de Campos Elísios, Xerém e Imbariê e outras foram entregues de volta para a TREL – Transturismo Rei Ltda.


Linha 464C Central x Andorinhas em fase de transição entre a Luxor e a Reginas - Foto: Reprodução da Internet

Após anos de decadência a tradicional empresa da baixada encerra as operações em 2005 e vende seu império territorial para outras empresas da região.




Os setores Magé/Guapimirim foram vendidos para a Auto Viação Reginas.



125C Central x Magé
126I Duque de Caxias x Magé via Imbariê
195C Praça Mauá x Guapimirim
196C Central x Guapimirim
464C Central x Andorinhas
465C Duque de Caxias x Andorinhas via Magé
Castelo x Magé
Praça Mauá x Andorinhas





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