Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu

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Construído e inaugurado em 1979, o Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu foi entregue na gestão do então governador do Estado Floriano Faria Lima, e assumido pelo então diretor presidente de CODERTE Renato da Silva de Almeida. O Secretário Estadual de Transportes na época era o Sr. Antônio Carlos de Almeida Pizarro.



O povoamento da região iniciou-se no século XVI, com a ocupação das margens do Rio Macacu. A freguesia de Santo Antônio de Casseribu foi criada em 1647 e passou à categoria de vila e conselho em 1697, passando a chamar-se Santo Antônio de Sá. O território no qual se encontra Cachoeira de Macacu, já foi habitada por índios Coroados e Puris.



Em 1929, o município passou a designar-se Cachoeiras de Macacu e a sua sede foi elevada à categoria de cidade. Apesar de a cidade ter sido reconhecida em 1929, os primeiros registros de ocupação do território que hoje compõe o município de Cachoeiras de Macacu datam no final do século XVI, por volta do ano 1567, logo após a expulsão dos franceses da Baía de Guanabara.



Até 1930, além das lavouras de subsistência, Cachoeiras de Macacu dependia diretamente das atividades da oficina da Estrada de Ferro Leopoldina, que se aproveitava da localização estratégica do município, usando-o como local de transbordo para a subida da serra, que deveu-se a um estudo da companhia inglesa que levou a fixar tanto a oficina quanto a estação onde está hoje situada a rodoviária da cidade (Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu).





Essa função a cidade iria perder no período pós-guerra, quando o ramal ferroviário de Cantagalo foi injustificadamente desativado nos anos 1960, gerando uma séria decadência social, cultural e econômica que se reflete ainda hoje, também acumulada aos fatos políticos gerados pelo Regime Militar, que pressionou lavradores e funcionários da Leopoldina.



Coletivo Guapiaçu - Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu - Foto: Reprodução da internet
Cachoeiras de Macacu era dividida em três distritos: Cachoeiras (sede), Japuíba, e Subaio. Porém, em 2015, a Lei Complementar 0039/2015 transformou a cidade em município de distrito único, cujo todo território passou a denominar-se distrito-sede.



Estrada de Ferro de Cantagalo

Fundada em 1873, a Estrada de Ferro do Cantagallo fora uma das mais antigas ferrovias do país. No Rio de Janeiro, apenas a E. F. Mauá, a E. F. D. Pedro II e a União Valenciana eram mais antigas que ela.


Entre Boca do Mato e Teodoro de Oliveira era a subida da serra do Mar. No meio da Mata Atlântica exuberante, um dos mais belos passeios de trem do Brasil subia pelos trilhos do sistema Fell. Beleza roubada em 1967 pelo fechamento da linha Foto: R.E. Jones, Railway Magazine, abril de 1963, Acervo Thomas Corrêa)
O objetivo dessa ferrovia era escoar o café produzido no entorno do Paraíba do Sul através da Serra do Mar, vindo da cidade de Portela, onde havia conexão fluvial, atravessando a região serrana fluminense até Nova Friburgo, e a partir de então descer a Serra do Mar até seu final em Porto das Caixas, que na época era uma posição estratégica de conexão com a capital do Rio de Janeiro, através da Baía de Guanabara. Posteriormente se estendeu até a as cidades de Macuco, grande produtora de leite, e Carmo, onde se conectaria com a Leopoldina, que adquiriu a E. F. do Cantagallo em 1911, tornando a primeira conexão dessa ferrovia com o estado do Rio.




Estação Teodoro Oliveira e seu pátio em 1900. No alto da serra, na estação Teodoro de Oliveira, transpunha-se o divisor de águas a mais de mil metros de altura, a locomotiva de cremalheira era substituída pelas convencionais e começava a descida para o vale do Bengala, rio que corta a cidade de Friburgo. - Foto: Autor Desconhecido

Do ponto de vista técnico, essa curiosa e não muito conhecida ferrovia apresenta diversas curiosidades em relação à sua construção. Foi a primeira ferrovia de montanha do Brasil, e contava com um estranho mecanismo de cremalheira denominado Fell, herdado da ferrovia alpina Mont Cenis Pass Railway, que fechara dois anos antes. O sistema Fell se diferencia do sistema de cremalheira comum, pois o terceiro trilho não é dentado, mas sim uma barra lisa que é “abraçada” por um conjunto de pares de rodas horizontais presentes debaixo das locomotivas especiais para esse sistema.


Trecho de Cremalheira Fell, entre Boca do Mato e Teodoro de Oliveira.

A vantagem desse tipo de cremalheira em relação aos outros era que na época constava como o único em que as locomotivas especiais para esse trecho podiam trafegar em trilhos comuns, evitando maiores manobras e economizando com pátios e trilhos a mais. Apenas essas duas ferrovias, outra na Nova Zelândia e outra na Ilha de Man, no Reino Unido, utilizaram desse sistema, e atualmente apenas essa última ainda está aberta, como linha turística.



Além disso, próximo ao Porto das Caixas, se localiza o primeiro túnel ferroviário do país, embora hoje em dia esteja esquecido e parcialmente soterrado. Uma vez acima da serra, após o trecho de cremalheira, as condições da via não melhoravam muito. As rampas eram fortes e os raios de curva da ferrovia eram de incríveis 30m. Zigue-zagues também eram recorrentes na ferrovia, que chegava a passar várias vezes pelo mesmo lado de certas montanhas, principalmente na linha próxima à cidade de Sumidouro.


Arco do túnel ferroviário de Porto das Caixas 1860 - Foto: Reprodução da internet
O material rodante para enfrentar esse tipo de ferrovia era composto por máquinas modestas, pequenas locomotivas com apenas 4 ou 6 rodas, todas motrizes. Esse tipo de máquina geralmente é utilizado apenas para manobra, mas nesse caso elas eram as únicas capazes de percorrer todo o trecho. Posteriormente ferrovia adquiriu algumas locomotivas da classe Mogul, que apresentam rodagem 2-6-0, ou seja: duas rodas-guia e seis motrizes, sem as rodas de apoio, denominadas portantes.


Locomotiva Garratts adquirida pela Leopoldina para o trecho

Posteriormente a Leopoldina experimentou vários modelos diferentes de locomotivas para melhorar o transporte no trecho, o que culminou na aquisição de quatro pequenas locomotivas Garratt, que se tornaram famosas na serra, por serem as mais fortes e ágeis, embora a velocidade dos trens nessa estrada de ferro não ultrapassasse 30 Km/h.



Parte por causa do traçado extremamente obsoleto, parte por conta da administração deficiente da Leopoldina, a E. F. do Cantagalo acabou por ser suprimida inteiramente nos anos 60, e os trens vindos de Minas Gerais passaram a utilizar as linhas Recreio – Campos dos Goytacazes ou a Auxiliar, entre Paraíba do Sul e Japeri.

Até o fim de sua existência, boa parte dos trechos da E. F. do Cantagallo, por falta de manutenção eficiente, ainda apresentava trilhos assentados no período de sua criação, quase cem anos antes.



Hoje em dia, o tráfego rodoviário substitui de forma mais eficiente do que a velha linha de trem, que foi totalmente erradicada, mas ainda resistem antigas construções, perdidas no mato e nas cidades, como testemunhas históricas dos primeiros passos do desenvolvimento dos transportes no Brasil.
Estrada RJ-116 na localidade de Boca do Mato em Cachoeiras de Macacu
A estação de Cachoeiras foi inaugurada em 1860 junto com a Estação Valério, Estação Boca do Mato e a Estação de Transferência no Meio da Serra, pela E. F. do Cantagalo.



O nome Rasgo é consequente da construção do trecho ferroviário entre a Estação Cachoeiras e a Estação Valério, onde foi necessário executar um corte no terreno (Rasgo no Morro), motivado por uma elevação brusca que impossibilitava a implantação da linha férrea de fato. E que ocorreu no cruzamento hoje da Rua Maura Xavier Maia e a Rua do A. Mendes se estendendo por uma distância de aproximadamente 148 metros em direção ao Centro do Balneário do Valério, que impressiona por ter sido realizado apenas com ferramentas manuais.

Sendo esse também o motivo do nome do Córrego do Rasgo. Essa área do Rasgo que fazia parte inicialmente da Fazenda São Joaquim e faz parte do Balneário do Valério foi adquirida por uma Empresa e transformada em Loteamento do Rasgo, se estendendo até a trevo da na RJ 116 com a Rua Maura Xavier Maia.


Estação Ferroviária de Cachoeiras de Macacu junto ao pátio das oficinas
Foto: Reproduão da internet.



Rápido Cachoeirense

Fundada em 24 de março de 1977, a Rápido Cachoeirense atuou até 2005 na ligação de  Cachoeiras de Macacu com os municípios de Guapimirim, Magé, São Gonçalo, Itaboraí, Niterói, Duque de Caxias e Rio de Janeiro.



576I Duque de Caxias x Posto Fiscal
810I Magé x Barreira
MB15 Cachoeiras de Macacu x Magé
MB15 Cachoeiras de Macacu x Guapimirim
MB16 Cachoeiras de Macacu x Duque de Caxias
MB70 Cachoeiras de Macacu x Itaboraí
MB70 Cachoeiras de Macacu x Alcantara
Magé x Paraíso
Cachoeiras de Macacu x Niterói [Tarfia A]
Cachoeiras de Macacu x Rio [Tarfia A]



Com o fechamento da Rápido Cachoeirense, a Auto Viação Reginas recebeu algumas de suas linhas, ampliando então a sua área de atuação e se consolidando na região de Magé e Guapimirim. Já a Rio Ita ficou com as linhas que atendem aos municípios de Itaboraí, São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro.



Auto Viação Reginas alcançou então o município de Cachoeiras de Macacu, consolidando assim a sua operação ao norte da Baía de Guanabara.



A Rápido Cachoeirense, pertenceu ao grupo Rio Ita, depois passou a pertencer à empresa Magemirim, que também operou suas linhas. Com a dissolução do grupo Magemirim, a Auto Viação Reginas recebeu as linhas que passam por Guapimirim.



A Rápido Cachoeirense usava uma pintura semelhante à da Rio Ita, empresa-mãe do grupo, até que foi comprada pela Magemirim.



A linha 800I Magé x Caneca Fina era operada inicialmente pela Primavera, desde o tempo em que Guapimirim era um distrito de Magé. Com a emancipação, no início da década de 90, esta linha passou a ser intermunicipal (a Primavera tinha o registro DETRO RJ 157).



Com o fim da Primavera, a Magemirim passou a ser a concessionária deste serviço, até a aquisição de suas linhas pela Reginas nos anos 2000.



Além das linhas intermunicipais, a Rápido Cachoeirense atuava também no sertor municipal em linhas dentro de Cachoeiras de Macacu, depois que a empresa acabou foi subistituída pela Expresso Macacu em 2002.



Em 1995 a RJ-157 Transportes Primavera fazia a ligação Magé x Guapimirim com as linhas:

800I Magé x Caneca Fina
805I Magé x Paraíso
810I Magé x Barreira
815I Magé x Vale das Pedrinhas (Cordovil)
820I Magé x Saco (parte Guapimirim)
825I Magé x Parada Ideal
830I Magé x Limoeiro (via DER)


805I - Paraíso X Magé (Via Guapimirim)
Ainda em 1995, foi mudado o código DETRO RJ-157 para RJ-212 e no ano seguinte foi criado o nome MAGEMIRIM.
A frota da Magemirim era composta por veículos dos modelos Busscar Urbanus I, Busscar Urbanus II, Ciferal GLS BUS I, Ciferal GLS BUS II, Nielson Urbanus e Marcopolo Torino LN.



No ano de 2000, durante a crise do Grupo Luxor, alguns carros da Luxor Transportes e Turismo chegaram a circular nas linhas da Magemirim. Nesse ano também a Auto Viação Reginas entra nos municípios de Magé e Guapimirim assumindo linhas da Luxor.



Em 2002, já sem a Luxor, a Magemirim absorve a Rápido Cachoeirense, até então pertencente ao Grupo Rio Ita.



Com o novo grupo formado, a Rápido Cachoeirense iniciou a linha 576I Posto Fiscal x Caxias via Magé, que é um encurtamento da MB16.

Posto Fiscal está localizado no entroncamento das RJ's 116 e 122 na localidade do Setenta em Cachoeiras de Macacú.



A linha 576I Caxias x Posto Fiscal foi desativada pela Auto Viação Reginas. Por algum tempo, a empresa a operava com apenas dois horários. No restante do dia, a empresa a operava como Duque de Caxias x Guapimirim.



A linha oficial é parcial das linhas:
MB16 Cachoeiras de Macacu X Duque de Caxias
MB15 Cachoeiras de Macacu x Magé (via Parada Modelo/Guapimirim/KM11).

Em junho de 2005 a Reginas absorveu as linhas da Primavera e, em dezembro do mesmo ano foi a vez das empresas Transportes Magemirim e Rápido Cachoeirense encerrarem suas atividades.




Coletivo Guapiaçu

Fundada em 1967, a Coletivo Guapiaçu opera no setor municipal de Cachoeiras de Macacu. O nome "Guapiaçu" é um termo de origem tupi que significa "guapira grande" que designa o lugar onde começa um vale.



A empresa originalmente operava 3 linhas distritais no município:

Centro x Areal
Centro x Guapiaçu
Centro x Itaperiti



Em 2015 a empresa deixou de operar a linha Centro x Areal, que passou então a ser operada pela Expresso Macacu (empresa pública de transportes).

Coletivo Guapiaçu - Foto: Reprodução da internet
Guapiaçu é um povoado do segundo Distrito do município de Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Está situado entre as margens do Rio Guapiaçu e do Rio Mariquita, na bacia hidrográfica do Rio Macacu, dentro dos limites da zona de amortecimento do Parque Estadual dos Três Picos, numa área cercada de pastagens, lavouras e pela Mata Atlântica e encravado aos pés da Serra dos Órgãos.



O povoamento do local se deu através da antiga Fazenda do Carmo, que foi uma unidade produtora de café até o começo do século XIX, sendo hoje de propriedade da Schincariol que demoliu o que restou do histórico Convento das Carmelitas, sua sede, próximo do local onde foi feito a represa que abastece a unidade da fábrica de cerveja no município. 

Em razão de sua privilegiada hidrografia, que propicia a formação de vários balneários no rio Guapiaçu e seus afluentes, bem como pelas suas florestas e trilhas, o local é muito procurado pelos praticantes do trekking e do ecoturismo.



Comemorando 50 anos de fundação, em 2017 a Coletivos Guapiaçu entra no plano de renovação de frota, adquirindo então duas unidades do modelo Urbanuss Pluss, fabricado pela Busscar, sob o chassi 16.210 CO da Volkswagen e OF 1418 da Mercedes Benz, oriundos das empresas Friburgo Auto Ônibus e Senhor do Bonfim, respectivamente.




Atualmente a empresa tem autorização para realizar asseguintes viagens:

Cachoeiras x Guapiaçu
Cachoeiras x Funchal
Cachoeiras x Itapeti
Cachoeiras x Santa Maria


Coletivo Guapiaçu estacionado no Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu - Foto: Reprodução da internet


Expresso Macacu

Através da Lei Nº 1.334 de 25 de janeiro de 2001, foi criado o Serviço Municipal de Transporte Urbano (S.M.T.U. – Expresso Macacu).





Em 2014, através da Lei 2.013 do dia 30 de junho, passa a ser o erviço Municipal de Transporte Urbano e Rural (S.M.T.U.R), tendo como objetivo fundamental proporcionar a prestação direta de serviços de transporte a pessoas e bens nas áreas urbanas, rurais inclusive transporte escolar.
A estatal opera as linhas:



Centro x Boca do Mato
Centro x Faraó
Centro x Marubai
Centro x Quizanga
Centro x Vecchi



Além da Expresso Macacu, a ligação Centro x Boca do Mato é realizada pela Cooperativa Macacu e pela Auto Viação 1001, que possui preço de seção no trecho.




Auto Viação 1001

A empresa chegou na região na década de 1960, quando inaugurou a linha Niterói x Cordeiro. No dia 2 de agosto de 1960, a Viação 1001 substitui a Viação São José na operação da Linha Niterói x Cachoeiras de Macacu.





Em 1965, a empresa já realizava na região o serviço de linha direta partindo de Niterói para Nova Friburgo, Cachoeira de Macacu, Cordeiro, Cantagalo, e Macuco.



Em 1978, a 1001 compra da Salutaris as linhas Rio de Janeiro x Nova Friburgo e Niterói x Nova Friburgo, a última eliminou de vez a concorrência no serviço.


S105 Nova Friburgo x Cachoeiras de Macacu
A linha S105 teve origem com a FAOL Friburgo Auto Ônibus, que já operou os ônibus de linhas interurbanas intermunicipais. Mesmo com carros urbanos faziam ponto terminal na Rodoviária Roberto Silveira como as linhas:


Terminal Rodoviário de Cachoeiras de Macacu em agosto de 1999 - Foto: Wellington Yaya Peçanha de Oliveira

De Niterói:
Para Cachoeiras de Macacú, que foram para 1001 e depois Rio Ita;
Para Rio Bonito, que foram para 1001 e depois Rio Ita;
Para Saquarema, que foram para 1001;
Para Maricá, que foram para Amparo;
Para Duque de Caxias, que foram para a Rio Minho;
Para S. João de Meriti, que foram para Rio Minho;
Para Magé, que foram para Cogel, depois Rio Minho e atualmente com a Exp. Rio de Janeiro;
Para Araruama, que foram para 1001
Para Nova Iguaçú que foram para Rio Minho;
Para Venda das Pedras, que foram para 1001 e depois Rio Ita;


FAOL operando a linha Niterói x Santa Maria Madalena

A S105 tem 52 paradas partindo da Rodoviária de Cachoeiras De Macacu até a Rodoviária Norte em Nova Friburgo.


A via principal desta linha é a Estrada RJ-116, oficialmente denominada Rodovia Presidente João Goulart, uma rodovia longitudinal com 273 quilômetros de extensão que liga o município de Tanguá ao município de Itaperuna, passando por dentro de Cachoeiras de Macacu.



Junto com a RJ-104, foi criada na década de 1950 com o nome de Rodovia Tronco Norte Fluminense, de acordo com o Plano Rodoviário Fluminense realizado no governo de Amaral Peixoto.


Estrada RJ-116 em Macuco - Linha S109 Macuco x Nova Friburgo



É a principal via de escoamento de hortifrutigranjeiros das regiões produtoras para a capital fluminense, sendo que inclusive a Rodovia está localizada a beira do famoso COMPERJ, grande empreendimento do ramo petrolifero do estado, o polo cimenteiro de Cantagalo, as cooperativas de leite do Rio de Janeiro, industrias metalmecanicas, plasticos, entre inumeras outras de importante destaque economico nos municipios de Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo, Bom Jardim, Duas Barras, Cordeiro, Cantagalo, Macuco, São Sebastião do Alto, Itaocara, Aperibé, Santo Antonio de Pádua, Miracema, Laje do Muriae e Itaperuna.


Praça do Pedágio Cachoeiras de Macacu - Foto: Norma do Brasil SA
O inicio da RJ-116 é no Trevo de Duques, em Tanguá. O trecho entre Itaboraí e Macuco encontra-se em concessão, pela concessionaria Rota 116, com pedágios nos municípios de Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo e Cordeiro. A rodovia conta com cinco postos do batalhão de Polícia Rodoviária Estadual da Polícia Militar.




Posto 16 BPRv Theodoro de Oliveira
Foto: BPRv-RJ
Km 35, no entroncamento com a RJ-122, em Cachoeiras de Macacu;
Km 65, na localidade de Theodoro de Oliveira, na divisa entre Nova Friburgo e Cachoeiras de Macacu;
Km 110, próximo ao entroncamento da RJ-116 com a RJ-144 na entrada de Duas Barras;
Km 188, na localidade de Ponto de Pergunta, em Itaocara, no cruzamento com a RJ-192.







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