Rotas Fluminenses: MS11 Guapimirim x Teresópolis

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Dados da linha:
Linha: MS11 Guapimirim x Teresópolis
Empresa: RJ 203 Viação Teresópolis e Turismo
Tipo: Urbana Intermunicipal



A linha parte da Rua Professor Rocha Faria na altura da Estação Ferroviária de Guapimirim, seguindo dali em direção à Praça da Emancipação pelas ruas João Francisco Wright e Eduardo Garcia.



Após a praça, seguimos pela Avenida Dedo de Deus até a Rodovia BR-116 Santos Dumont, também conhecida como Rio-Teresópolis, passando pelos bairros do Paiol e do Espinhaço até o Parque Silvestre.



Já na rodovia, passamos novamente pelo Espinhaço e pelo Monte Olivet e a partir daqui as curvas pelo bairro Chácaras entre Rios nos permite observar a partir do km100 da rodovia, o Vale do Rio Soberbo enquanto subimos a Serra dos Órgãos.




No Km 98, além do acesso ao PARNASO, temos a ponte sobre o Rio Soberbo, um dos principais rios da região.


Porque Serra dos Órgãos?

A origem da denominação Serra dos Órgãos, diferentemente do senso comum, não está relacionada ao nome de alguns de seus picos mais famosos, como Dedo de Deus, Dedo de Nossa Senhora e Nariz do Frade. Sua origem remonta, na verdade, à impressão dos primeiros portugueses que vislumbraram a serra a partir da Baía de Guanabara. Eles associaram a formação aos tubos ordenados de um órgão, instrumento musical que orna a maioria das catedrais européias.


Sertra dos Orgãos vista da Baía de Guanabara - Foto: Marcio Grave




Rodovia Santos Dumont

A história da ligação entre a Capital, Rio de Janeiro, e a cidade serrana de Teresópolis percorreu um longo caminho até os dias de hoje, passando pelo lombo de burros, seguindo em carruagens, servindo de trilha às famílias imperiais, correndo nos trilhos da antiga estrada de ferro, até fazer parte da malha rodoviária federal brasileira.




Foto: Reprodução da internet
A Rodovia Santos Dumont já foi chamada em alguns de seus trechos por Estrada Imperial ou Estrada Direta. O ponto de partida para a via foi a Estrada Nova de Minas, em 1704, que encurtava em quatro dias o trajeto entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais. Já o primeiro caminho aberto reconhecidamente como ligação entre o Porto de Piedade, em Magé, na Baixada Fluminense, e o Alto da Boa Vista, atual Soberbo, na cidade de Teresópolis, foi obra realizada pelo comerciante português de origem inglesa, George March, inaugurada em 1826.


Estrada das 14 Voltas - Foto: Acervo Portal Terê
Por volta de 1898 o progresso chega à Estrada Direta de March, surge então a Estrada das "14 voltas". Posteriormente, em 1920, o desejo de trazer de automóvel a Teresópolis, o Rei Belga Alberto I, a agora já rodovia, ganha grandes melhoramentos, até que é abandonada em 1939, com a construção da variante Itaipava-Teresópolis.


Trem descendo a Serra dos Órgãos, com a vista do Dedo de Deus ao fundo.
De 1895 a 1957 o trem foi o meio de transporte que ligava
 Teresópolis ao Porto Piedade, passando por Guapimirim
Foto: Acervo Câmara Municipal de Guapimirim

Antes, a viagem, que durava cerca de um dia e meio, era feita com passagem por trás da Serra dos Cavalos. Em 1908, foi implantada no trecho a Estrada de Ferro Therezopolis, que seguia do Cais da Piedade, em Magé, até o Soberbo. Quem partia do Rio de Janeiro seguia até o município da Baixada Fluminense em barcas saídas da Praça XV, na região central da Capital. A viagem até Teresópolis incluía a "aventura" da troca de locomotiva para que se transpusesse o terreno íngreme da Serra, e seguisse até a Estação do Alto (atual Praça Higino da Silveira). Dali, para se chegar à Várzea, no centro da cidade serrana, usavam-se charretes ou carretões, normalmente puxados por burros, o marco inicial do transporte público em Teresópolis.

Mapa da ferrovia no percurso da Serra dos Órgãos entre as
estações Guapimirim e José Augusto Vieira (Várzea)
Foto: Reprodução da internet

Apesar de ser filho de José Augusto Vieira, construtor da estrada de ferro, Armando Vieira sonhava, em 1932, com a ligação rodoviária para Teresópolis seguindo pela Serra.

A ideia foi tomando corpo até a fundação da Sociedade dos Amigos de Teresópolis, que tinha entre seus membros vários empresários, entre eles, Carlos Guinle. Foi este grupo que deu início às obras do primeiro trecho da via, como forma de comprovar junto aos órgãos governamentais que aquela era uma real aspiração dos teresopolitanos.

O grupo conseguiu recursos para abrir o trecho entre o Alto e o Soberbo, num total de dois quilômetros. Em 1948, finalmente, veio a sinalização por parte do governo federal de que estudos seriam feitos para analisar a viabilidade da construção do trecho requerido. E, neste momento, foi fundamental a intervenção do Comandante Heleno Nunes, junto ao Ministro da Viação e Obras Públicas do presidente Juscelino Kubitschek, o almirante Lucio Meira, de quem era oficial de gabinete, para aprovação do projeto e autorização para a obra.



A obra que finalmente ligaria, de forma rápida e direta, Teresópolis ao Rio, com uma via que transpusesse o trecho da Serra dos Órgãos, foi autorizada em 1955, pelo antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT. O engenheiro Pierre Berman, auxiliado pelo irmão Raul Berman, ficou encarregado de colocar o projeto em prática.

Antes da construção do trecho da serra havia a necessidade de se acessar a cidade de Petrópolis e a partir da ligação por Itaipava para chegar a Teresópolis, numa viagem que durava cerca de 3h30.


Ônibus da Empresa Melhoramentos de Terezópolis parados em frente ao Bar Ângelo, na praça do Alto
Foto: Reprodução da internet
A primeira empresa de ônibus motorizado da cidade de Teresópolis foi a 
Empresa de Melhoramentos de Terezópolis. Inaugurou sua primeira linha em fevereiro de 1924, entre a Várzea e a estação ferroviária do Alto, com veículos tipo "jardineira", com poltronas de palinha. Em 1948 inaugura a linha direta Rio de Janeiro x Teresópolis, via Itaipava, com 131 km de extensão, com duas frequências diárias por sentido.

A Rio-Teresópolis foi incluída como BR-4 no Plano Rodoviário Nacional, passando pela Baixada Fluminense, depois por Teresópolis, seguindo até São José do Além Paraíba e, dali, para o Norte do país, num trajeto que corresponde à atual Rodovia Santos Dumont. O trecho da Serra da Rodovia Santos Dumont foi inaugurado a 1º de agosto de 1959, em grande festa que contou com a presença do presidente Juscelino Kubstichek.


Homenagem da Viação Teresópolis, quando da inauguração da Estrada Rio Teresópolis
Na época da inauguração da estrada, o carro-chefe das linhas era o Ônibus Monobloco O-321 da foto e os O-326 e O-362 também conhecidos como "Bicudinha" por conta de sua frente ligeiramente em forma de cunha.
Também sob a administração do DNER, além do atual traçado da Serra (1956/1959), foram construídos o trecho Teresópolis-Além Paraíba (1958/1974) e duplicado o trecho entre Duque de Caxias e o início da Serra (1973 /1981).



Em dezembro de 1959, após a inauguração da Rodovia Rio – Teresópolis, é inaugura a linha Niterói x Teresópolis, com duas saídas diárias por sentido e tempo de viagem de uma hora e meia, e mais tarde surge a ligação Rio-Teresópolis, sendo controlada pelas empresas Expresso Teresópolis Ltda e pela Sociedade Autoviária Brasileira Ltda, ambas oriundas à Viação Teresópolis e Turismo Ltda em 1958 e reintegradas em 1972.



Outra linha criada para operar na rodovia foi a linha Rio de Janeiro x Teresópolis, com 8 frequências diárias por sentido, além da linha interestadual Rio de Janeiro - Governador Valadares, ambas operadas pela Companhia de Transporte Coletivo Ltda (CITRAN), empresa criada na primeira metade de década de 1950 teve vida curta, pois foi logo adquirida pela Viação Teresópolis e Turismo Ltda.



Em agosto de 1995, a Construtora OAS venceu a concorrência do DNER para a administração da rodovia e convidou as empresas Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S/A, Construtora Queiroz Galvão S/A e EIT-Empresa Industrial Técnica S/A para formar a CRT - Concessionária Rio-Teresópolis S/A que, desde 22 de março de 1996, administra a via.



Em 1998, com dois anos de concessão, a CRT foi a primeira concessionária de rodovias federais da América Latina a receber o Certificado ISO 9002 para todos os setores da empresa. No ano seguinte, 1999, a concessionária recebeu o reconhecimento internacional com o prêmio Toll Inovation Awards pelo projeto "Cowboys do Asfalto", criado em apoio às ações da Polícia Rodoviária Federal.


Mapa de Serviços da Concessionária Rio-Teresópolis

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Agora chegamos no Km 95 e passamos sobre o Viaduto da Gruta do Garrafão, localizado no bairro com este nome no município de Guapimirim. No vale do Garrafão existem diversas quedas d`água do Rio Iconha, entremeadas de casas de veraneio em área com situação fundiária não regularizada.

Guapimirim conta com cinco comunidades no entorno imediato ou dentro da Unidade de Conservação. Limoeiro, Caneca Fina, Barreira e Monte Olivete são áreas residenciais ou de veraneio na parte baixa da serra e no Garrafão é resultado de loteamentos autorizados na década de 1950 dentro do PARNASO.




O Vale do Garrafão é uma comunidade com cerca de 90 casas em que predominam construções de alto padrão entremeadas de casas modestas, em sua maioria de empregados das outras casas. Nesta área predominam casas de veraneio e sítios, dentro da área do Parque. Estas casas geralmente são ocupadas apenas por caseiros e suas famílias durante a maior parte do tempo. Os principais problemas observados são as invasões e o crescimento desordenado da comunidade.
O processo de ocupação da área é resultado dos mesmos problemas que geraram a ocupação do Vale do Bonfim, a indefinição dos limites da UC até 1984 facilitou o loteamento da área na década de 1950. Parte da antiga Fazenda Garrafão foi desapropriada pelo antigo IBDF, mas o restante se tornou o loteamento Jardim Dedo de Deus, aprovado pela Prefeitura de Magé, à época (o município de Guapimirim ainda não existia).

A área do garrafão é estratégica para a conservação por se tratar da conexão florestal do PARNASO com o Parque Estadual dos Três Picos, importante UC com 46.350 hectares. No momento o processo de ocupação da área está paralisado e os proprietários que não construíram em seus lotes não mais estão obtendo autorização para fazê-lo.



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Pouco antes de chegarmos ao km 94 passamos pela entrada do Vale do Garrafão, logo na entrada avistamos a placa informando a área do PARNASO e a proibição de construção ou ampliação de imóveis.

Após o mirante, seguimos em uma subida quase reta ao lado do paredão até o Viaduto Grota do Garrafão e logo em seguida uma imensa curva 180 graus nos deixa no km 93 da rodovia. Alguns metros na extensão há uma faixa auxiliar para aqueles que desejam vislumbar a vista local.



Após outra curva, estamos no Parque Silvestre, e a sinalização adverte: "Sob neblina, reduza a velocidade". Já na chegada ao Condomínio Portão Azul, existe um santuário ecológico.



A partir daqui, passamos por um trecho de poucas curvas e com pista estreia até o Soberbo, no km 90 da rodovia onde está o mirante de mesmo nome no município de Guapimirim.



Neste ponto, está a rótula que dá acesso ao Centro de Teresópolis através da Avenida Rotariana, entre os bairros do Soberbo e Carlos Guinle.

Ao atravessar a ponte do Rio Paquequer, a via recebe o nome de Avenida Oliveira Botelho em toda a sua extenção pelo Alto Teresópolis.



Rio Paquequer

A nascente do rio encontra-se no interior dos limites do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), cortando o município no sentido Sul-Norte com 75 km de extensão. A Bacia Hidrográfica do Rio Paquequer caracteriza uma das bacias contribuintes do Rio Paraíba do Sul, percorrendo áreas florestais, agrárias e urbanas, sendo alvo de despejo de resíduos líquidos e sólidos.




A Sub-Bacia Hidrográfica do Rio Paquequer, uma das principais no município, compreendendo uma área de aproximadamente 269,08 Km², entre os distritos de Teresópolis (distrito sede) e Vale do Paquequer.


Placa doo Rio Paquequer no PARNASO - Foto: Viajante Móvel
Ao chegar em área urbana, o rio suege na Granja Guarani. A Origem do nome Granja Guarani vem da obra (romance) O Guarani de José de Alencar.


Quiosque das Lendas, o Mirante da Granja Guarani como era no ano de 1938 - Foto: Acervo Wanderley Peres

O Arnaldo Guinle mandou construir um mirante de belíssima arquitetura circular, revestido com excelente trabalho em azulejaria portuguesa, pintado em traços fortes de azul sob azulejos dos ceramistas portugueses Jorge Colaço, datado de 2/9/1929, que representam 4 lendas indígenas: "Como a noite apareceu", "O Dilucro", "Anhangá e o Caçador" e " A moça que saiu pra procurar marido".


Mirante da Granja Guarani esperando restauração em julho de 2013 - Foto: Reprodução da internet

Atualmente quem visita o mirante sofre o impacto primeiro pela beleza da obra e segundo pela depredação de vândalos, que não respeitam o patrimônio histórico.

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Estamos no Alto Teresópolis e passamos próximo à Fonte Judith, uma fonte de água natural construída em 1920, seu nome tem origem em Judith, filha de Luiz de Oliveira, antigo proprietário das terras, que teria sido curada de uma grave enfermidade através das propriedades medicinais da água da fonte.



Em julho de 1967, ganhou a forma atual: uma obra arquitetônica em estilo colonial, revestida com azulejos portugueses de Jorge Colaço, onde tem cinco saídas d’água em forma de faunos. Em sua fachada se destacam duas trovas em homenagem ao monumento: uma é de autoria do trovador Manoel de Araújo Peres, outra da trovadora Ilda Correia Leite.


Fonte Judith recebendo limpeza - Foto: Terê Total

Situada no bairro com maior potencial turístico de Teresópolis, a Fonte Judith é um dos locais mais visitados, tornando-se um cartão postal do município

Ainda no Alto Teresópolis, passamos pela Feirinha do Alto, i
niciada em meados de 1973 por um grupo de artesãos, que tinham talento nas mãos e um sonho nas cabeças. A Feirinha de Teresópolis é o orgulho da Cidade. São mais de 600 estandes em variados tipos de artesanato em um inacreditável clima de verde, paz, harmonia e alegria.


Feirinha do Alto - Teresopolis - Foto: Reprodução da internet

São roupas para crianças e adultos, móveis, alimentos, decoração e muitas outras formas de criatividade, nos mais diversos materiais.


Em 1993 teve início um projeto inovador e audacioso: a construção de um veículo para a diversão das crianças teresopolitanas. A idéia era trazer uma opção de lazer onde pudesse valorizar as belas paisagens de Teresópolis assim como os bairros e o povo da cidade. Desde então o sonho foi crescendo e o modelo original foi sendo aperfeiçoado até o Benetrem e o Big Magic Trem que hoje são sucesso em Teresópolis e em outras regiões. - Foto: Reprodução da internet

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No encontro com a Rua Terê, deixamos para trás o Alto Teresópolis e entre o bairro Traumaturgo e o Jardim Cascata, a via passa a se chamar Avenida Alberto Torres até a Praça Paul Narris.

A partir da praça, recebe a denominação Avenida Feliciano Sodré até a Rua Tenente Luiz Meirelles, que liga o Centro de Teresópolis ao Jardim Meudon, no Km 83 da BR-116, onde se tem acesso ao Parque Estadual dos Três Picos.



Entramos na Rua Tenente Luiz Meirelles e cruzamos novamente o Rio Paquequer, dessa vez na Várzea, onde está localizado o Terminal Rodoviário José de Carvalho Jannotti. Entramos então na Rua Waldir Barbosa Moreira e acessamos a Rodoviária de Teresópolis, onde termina a nossa viagem.



O Terminal Rodoviário de Teresópolis, José de Carvalho Janotti foi inaugurado em 1971, dois anos após a apresentação do seu primeiro projeto.

Projeto do Terminal Rodoviário em 1969 - Foto: Reprodução da internet

A área externa do Terminal Rodoviário José de Carvalho Janotti também era usada como espaço para embarque e desembarque, antes da reforma de 1995, quando ganhou as plataformas "escama de peixe" na área interna.

Área externa do Terminal em abril de 1985 - Foto: Reproduçã da internet

Em novembro de 1995 o terminal é reformado, ganhando então plataformas tipo "escama de peixe".
Antes da reforma de 1995, os veículos paravam em sentido longitudinal, entre as pilastras.

Terminal Rodoviário José de Carvalho Jannotti, antes da reforma de 1995- Foto: Acervo Romildo Pires
Nos anos 2000 o terminal passa por uma nova série de reformas, dessa vez na sua fachada.


Obras de reforma do Terminal Rodoviário em abril de 2000 - Foto: Reprodução da internet


Rodoviária de Teresópolis em 2018 - Foto: Kauã Moore‎




Dados adicionais:

A linha surgiu no início dos anos 80, trazendo de volta a ligação Guapimirim-Teresópolis, antes realizada através da ferrovia.




A empresa já operava na região as linhas oriundas da Auto Viação Itambi, absorvida em 1975, entre elas as linhas:


Praça Mauá x Santo Aleixo
Rio de Janeiro x Guapimirim
Teresópolis x Magé
Teresópolis x Praia do Anil
A MS11 é coberta pela linha rodoviária Magé x Teresópolis, que atende à Estrada João Café Filho, uma planejada pelo DER para constituir a RJ-112, ligando a BR-493 no Vale das Pedrinhas à BR-116 em Citrolândia em 10,6km.


Pórtico de entrada do Vale das Pedrinhas
Revitalização do bairro sendo realizada pela Prefeitura Municipal de Guapimirim
Foto: Prefeitura Municipal de Guapimirim

Pela planejada RJ-112 a via segue todo o seu traçado, passando pelo Vale das Pedrinhas, Parque Janaína, Jardim Nova Marília, Jardim Anápolis e Citrolândia.




A linha Magé x Teresópolis ainda segue pela Estrada do Bananal em Parada Modelo e dali segue até o Centro de Guapimirim, onde então acompanha o trajeto da MS11.



A linha MS11 é a única a receber o sufixo "MS", destinado às linhas que fazem a ligação interregional entre as regiões Metropolitana e Serrana.

M - Metropolitana
S - Serrana




Em novembro de 2014 houve um grave acidente no Centro de Guapimirim, envolvendo a linha da Viação Teresópolis vinda de Magé com destino à Teresópolis e uma composição da Supervia que seguia em direção à Saracuruna.



Foto: Reprodução - TV Globo


Linha Magé x Teresópolis no Terminal de Teresópolis - Foto: Kauã Moore




Referências Bibliográficas

Câmara Municipal de Guapimirim, Boletim CRT Boa Viagem, O Globo, ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres, visite Guapimirim, Portal São Francisco, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Jornal Extra, Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio Ambiente do CEIVAP, Cia de Ônibus, Jornal e TV O Diário de Teresópolis, Transporte Público, Prefeitura Municipal de Guapimirim, Ônibus Brasil, Terê Total, Teresópolis Bus, Trolley Mania, Viação Teresópolis e Turismo, Folheto OAS/DVD, Portal Terê.
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2 comentários:

  1. Excelente matéria , Amigos do Mobilidade Fluminense.
    Parabéns.
    Muito obrigado por enatercer a minha região.

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  2. Deixando aqui a minha contribuição: a CITRAN não teve vida curta.Foi uma das principais operadoras ligando MG ao Rio, inclusive Ficando com a linha citata (Rio x Governador Valadares), até a sua extinção, quase nos anos 90.Também, fazia Rio x Além Paraíba, Rio - Muriaé, Rio Ipatinga, Rio - Manhuaçu e ao menos mais 10 linhas de MG pro Rio. Parabéns pela matéria!

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