Rotas Fluminenses: L408 Angra dos Reis x Rio Claro via Lídice

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Dados da linha:
Linha: L408 Angra dos Reis x Rio Claro via Lídice
Empresa: RJ 116 Colitur Transportes Rodoviários

Tipo: Urbana Intermunicipal

A linha parte do Terminal Rodoviário Vereador Nilton Barbosa no bairro Balneário, região central do município de Angra dos Reis.



Saíndo do terminal,seguimos pela Avenida Caravelas em direção ao Shopping Piratas, localizado na Praia da Chácara.

Agora pela Av. José Elias Rabha seguimos até  o trevo da BR-101 Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte e então acessamos a rodovia sentido Japuíba. O trajeto é realizado pela pista lateral da rodovia que se inicia no bairro do Areal e termina em Japuíba.

A BR-101 anteriormente denominada Rodovia Governador Mário Covas, teve seu nome alterado no trecho compreendido entre o bairro de Santa Cruz, na cidade do Rio de Janeiro, e a cidade de Parati.
Através da Lei Ordinária de nº 13.040/2014 expedida no dia 28 de outubro de 2014 pela Presidência da República Federativa do Brasil. Cmo isso, a via passou a se chamar Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte.

Passado o bairro de Japuíba, deixamos para trás a zona urbana da cidade e estamos entre a Baía da Ribeira e a Serra do Mar, por aqui seguimos até o bairro Ariró, onde deixamos a BR-101.

No Trevo do Ariró entramos na RJ-155 Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte, essa denominação compreende o trecho daqui à Getulândia, distrito de Rio Claro.

A RJ-155 tem os nomes oficiais:

Rodovia Presidente Getúlio Vargas
Início: BR-116 Rodovia Presidente Dutra
Fim: Distrito de Getulândia

Rodovia Engenheiro Francisco Saturnino Braga Início: Distrito de Getulândia
Fim: BR-101 Rio-Santos

A RJ-155 é mais conhecida pelo último nome, o qual foi dado em homenagem a um presidente do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), atual Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), entre 1945 e 1950. Atualmente com 76 quilômetros de extensão, esta rodovia foi inicialmente construída sobre o leito do antigo caminho colonial, que ligava Angra dos Reis até o Vale do Paraíba.




Era, até 1928, o único caminho terrestre de acesso ao litoral sul-fluminense, quando, naquele ano, foi inaugurado o trecho entre Barra Mansa e Angra dos Reis da Linha Tronco da Rede Mineira de Viação. No fim dos anos 1930, durante a execução dos planos de viação implementados pelo governador Ernâni do Amaral Peixoto, foi decidida a modernização da estrada e seu calçamento, o que só viria ocorrer na década seguinte, tendo as obras terminados em meados de 1944.


Até a inauguração da Rodovia Rio-Santos, no início dos anos 1970, foi o único acesso rodoviário entre Angra dos Reis com o restante do estado, sendo numerada, até a década de 1990, pelo Departamento de Estradas de Rodagem fluminense como RJ-16, tendo parte de seu leito inicial, entre as localidades de Ariró e Belém, sido aproveitada pela BR-101 quando de sua construção, trecho este que possui, aproximadamente, oito quilômetros. 

Outro trecho foi transformado em uma avenida municipal, ainda conhecida por "Estrada Angra-Getulândia", que liga a região do bairro Japuíba ao Centro da cidade, sendo a principal via pra quem vai do centro da cidade para o Aeroporto de Angra dos Reis. 

Uma via alternativa, em planejamento, é a rodovia RJ-155 A1 (no pláno viário estadual) ou BR-494 (no plano viário nacional), que ligaria a entrada de Volta Redonda na rodovia Presidente Dutra, na altura do bairro Roma, até Getulândia. Com a não implantação da mesma, a prefeitura volta-redondense abriu uma estrada municipal, com traçado bem próximo do previsto, a fim de facilitar a locomoção de seus munícipes ao litoral sul-fluminense e a vinda de pessoas daquela região à cidade.

Para fins de fiscalização, policiamento ostensivo e apoio, a rodovia conta com um posto do Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, no distrito rio-clarense de Lídice. Há outros nas localidades de Santa Clara, em Barra Mansa, subordinado ao 28º BPM; de Getulândia, em Rio Claro, e de Serra D'Água, no município de Angra dos Reis, estes últimos pertencentes ao 33º Batalhão da PMERJ.

Durante o verão, o movimento nesta rodovia ultrapassa os 10 mil veículos por dia, trazendo algum grau de lentidão ao seu tráfego, principalmente nos finais de semana prolongados. Há poucos trechos de ultrapassagem ao longo de toda a rodovia, bem como diversos pontos de dificuldade de visão e além de um trecho de serra de cerca de 15 quilômetros entre Lídice e Serra d'Água, ao que se recomenda cautela aos usuários, haja vista não haver base de socorro de emergência em todo seu percurso.

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Seguimos pela RJ-155 nas proximidades da Bacia do Rio Jurumirim até a Serra D'Água e passamos ao lado do Campo de Pouso. Ao atravessar o Rio Campo Alegre chegamos no bairro Serra D'Água, onde passamos ao lado do Rio Jurumirim enquanto subimos a Serra.

Passada a pequena civilização de Serra D'Água, atravessamos a Serra do de Capivari em sua sequeência de aclives e declives suaves com leves curvas em meio à vegetação.


Vista de Angra dos Reis na saída do segundo Túnel
Em meio à Mata Atlântica, passamos também pelos bairros de Águas Lindas, onde passa o Riacho com o mesmo nome e o acesso ao Alto da Serra após a Riacho Vilela, onde podemos apreciar a vista. Após a Capela de São Francisco de Assis, começamos a descer e logo passamos por uma sequência de três túneis, todos abertos entre as décadas de 20 e 30.


Assim como a estrada, os túneis são perigosos e traiçoeiros: todos possuem calçamento em paralelepípedos e todos pingam muita água do teto, deixando o piso extremamente escorregadio. Nenhum dos três possui iluminação em seu interior, e, para agravar, o 2º túnel é em curva de 90 graus.

O 1º túnel passou por obras de contenção nas suas extremidades, o que descaracterizou a entrada na rocha.

Na saída do 2º túnel tem-se uma belíssima vista da baía de Angra dos Reis e algumas de suas ilhas.

O 3º túnel é uma nascente generosa: do seu interior não apenas pinga água do teto e das paredes, mas jorra água das fendas na rocha, formando um belo riacho em sua lateral, junto à pista.

Existe uma ferrovia, hoje desativada que ligava Barra Mansa/Volta Redonda ao porto de Angra, correndo próxima à RJ 155. Essa ferrovia, da antiga RMV e depois da RFFSA, possui 16 túneis na descida da serra, uma belíssima obra de engenharia, que infelizmente poucos conhecem ou terão oportunidade de conhecer.


Locomotiva e barco lado a lado no porto de Angra dos Reis, para onde sai um ramal do pátio da estação - Foto: Daniel Gentili, 1973
A linha-tronco da RMV foi construída originalmente pela E. F. Oeste de Minas a partir da estação de Ribeirão Vermelho, onde a linha de bitola de 0,76 chegou em 1888.

A partir daí, a EFOM iniciou seu projeto de ligar o sul de Goiás a Angra dos Reis, passando por Barra Mansa por bitola métrica: construída em trechos, somente em 1928 a EFOM chegou a Angra dos Reis, na ponta sul, e no início dos anos 1940 a Goiandira, em Goiás, na ponta norte, e já agora como Rede Mineira de Viação. A linha chegou a ser eletrificada entre Barra Mansa e Ribeirão Vermelho, e transportou passageiros até o início dos anos 1990.


A estação atual de Angra dos Reis em construção em agosto de 1955 - Foto: Autor desconhecido
Nos anos 1970, o trecho final norte entre Monte Carmelo e Goiandira foi erradicado devido à construção de uma represa no rio Paranaíba, e a linha foi desviada para oeste encontrando Araguari. Atualmente a linha, já não mais eletrificada, é operada pela concessionária FCA.


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Após a passagem do terceiro túnel, em poucos metros estamos na divisa entre Angra dos Reis e Rio Claro. Atravessando o Riacho do Coutinho chegamos em Lídice, que concentra um dos distritos de Rio Claro.

Lídice está situada a 40 km de Angra dos Reis, em plena serra do mar a uma altitude em torno de 540m, onde o ponto mais alto, é a Pedra Chata com 1.600m de altitude, possui um ótimo clima com muito sol no verão proporcionando passeios pelas cachoeiras e um inverno típico de serra com temperaturas baixas e agradáveis, possui uma extensa Bacia hidrográàca, com inúmeras nascentes de rios de águas cristalinas com dezenas de cachoeiras.

A de Lídice começa a partir da ordem do imperador de Portugal de criar uma estrada para transportar o ouro para São Paulo, a estrada deveria passar afastada do mar para evitar ações de piratas. Atendendo a esta solicitação, o Governador da Capitania do Rio de Janeiro concedeu terras para incentivar os trabalhadores se fixar na região. Motivo pelo qual, Manoel Portugal estabeleceu-se em uma localidade chamada Capivary, fazendo com que surgisse a Fazenda de Santo Antônio do Capivary, que a partir daí foi crescendo até chegar à categoria de Vila.


Estação Capivary em 1922.
Foto do livro "Estrada de Ferro Oeste de Minas
Trabalho Historico-Descriptivo" de Mucio Jansen Vaz de 1922
E passando a se chamar Vila de Santo Antônio do Capivary. Foi Também chamada de Vila do Parado devido ao nome de um dos rios que corta a localidade e que forma a bacia do Rio Piraí.

Em 1944 recebeu o nome de Lídice em homenagem a uma cidade arrasada pelos Nazistas. Os moradores da Lídice original, na República Tcheca, eram suspeitos de abrigar os assassinos de um general de Hitler, comandante SS Reinhard Heydrich, morto num atentado em Praga em 1942. O líder nazista, entre outros atos de vingança contra a população civil tcheca, mandou fuzilar todos os homens da cidade maiores de 15 anos, encaminhou as mulheres para o campo de concentração de Ravensbruck e as crianças para reformatórios.

Não contente, mudou o curso do rio e aterrou a cidade, que sumiu do mapa. Os países aliados então decidiram homenagear as vítimas, dando o nome de Lídice a uma cidade. A brasileira - antiga Santo Antônio do Capivari.



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Após a ponte sobre o Rio das Pedras, chegamos ao centro do distrito e passamos em frente ao posto de Policiamento Rodoviário de Lídice.


BPRv de Lídice - Foto: Rádio Acesa FM VR
Outra ponte à frente, agora sobre o Rio Parado, um dos principais do local e que chegou a batizar a cidade com seu nome. Após o rio, duas grandes curvas. A primeira em sentido antiorário, e a segunda, ainda mais acentuada nos leva à uma volta de 180º.

Antes de completar a segunda curva, entramos na Estrada Diná Carneiro Franco, que nos leva até a Estação Ferroviária de Lídice, atualmente inativa.



No caminho, passamos sobre o Rio Piraí em uma estreita ponte seguida de uma via com calçamento de blocos de intertravamento, que nos levará entre um "mar de morros" com muitas curvas fechadas ao longo da estrada. Já na última curva de descida, ressurge o asfalto e saímos ao lado da ferrovia próximo à estação de Lídice no bairro chamado Estação.


Local onde era realizada a feira e as atividades do Trem da Mata Atlântica - Foto: Google Maps

O Trem da Mata Atlântica

Os trens de passageiros foram estabelecidos nessa linha - parte do tronco da linha da RMV Angra a Goiandira pela E. F. Oeste de Minas em 1928.


O Trem da Mata Atlântica - Foto: Eliezer Magliano

A linha de passageiros regular foi suspensa nos anos 1970 nesse trecho. Mais tarde, em 1992, abriu-se um trem turístico, chamado de Trem da Mata Atlântica pela RFFSA e de Trem Verde por alguns, funcionando em finais de semana. Em 1996, com a privatização da RFFSA, o trem deixou de existir. A linha está abandonada pelo menos desde 2006. Trens de carga deixaram de usá-la. A FCA, concessionária da linha, perdeu o interesse por ela.

Autoridades banda de música, faixas, posters, jornais, TV e boa dose de luxo marcaram a inauguração do trem turístico Angra dos Reis — Lídice, RJ, em 14 de Março de 1992 pela Montmar Transportes, Viagens e Turismo Ltdª. 

"Um passeio de trem ao coração da Mata Atlântica" era o nome do programa — oficialmente recomendado aos participantes da Eco-92 —, que podiam ser adquirido através de qualquer agência de viagens.


A viagem começava na estação de Angra, na Praia do Anil, às 10h30, nas terças, quintas, sábados e domingos, subindo a Serra do Mar até Lídice, atravessando 15 túneis, entre pontes, cascatas, cachoeiras e muito verde. O trajeto é de 40 km, em altitudes que vão de 2 a 580 m acima do nível do mar, descortinando a paisagem da baía da Ribeira, em Angra dos Reis.

Com tempo nublado, a viagem tinha um atrativo especial: a sensação de estar viajando numa floresta dentro das nuvens. Com as paradas no alto da serra para fotografias e compras numa feirinha de artesanato, a viagem era feita em 2 horas. A chegada de volta a Angra dos Reis ocorria às 16h30. A composição era formada por:
2 locomotivas G-12 com pintura nova;
1 carro bagagem-correio;
2 carros para 50 passageiros, cada;
1 carro restaurante com 40 lugares, onde eram servidos frios, saladas, frutas e refrigerantes.


O trem na serra, entre Angra dos Reis e Lídice - Foto: José Rodrigues - 1995

Não haviam pratos quentes, nem bebidas alcoólicas. A passagem custava US$ 35 com almoço, ou US$ 20 sem a refeição.


Pátio de manobras da estação Lídice, ao lado a feirinha - Foto: José Rodrigues - 1995

Em Lídice, parada de 40 a 50 minutos. Pequena feira em cobertura de metal, com produtos típicos — goiabada, doce-de-leite, compotas, artesanato etc. Todos desembarcam e a locomotiva manobra os carros restaurante e cozinha para a cauda do trem. O pessoal de bordo trocava a numeração e invertia os bancos. No terceiro apito inicia-se a volta, com mais informações do pessoal de bordo, depois brincadeiras e sorteio de brindes para o pessoal não dormir. Sem parada para fumantes. Às 16h, chegava-se à estação de Angra, onde uma bandinha animava a chegada.


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Chegando na estação Lídice, é realizada uma manobra para retorno sem o cruzamento da via férrea. Dalí retornamos para a RJ-155 pelo mesmo caminho em que viemos.

Retorno em frente à Estação Lídice - Foto: Google Maps

De volta à Rodovia, seguimos em direção à sede de Rio Claro. Em poucos quilômetros a frente, a rodovia segue paralela ao curso do Rio Piraí e à Estrada de Ferro Oeste de Minas atravessando a Serra do Arrozal.

Passamos na ponte sobre o Riacho Passa Quatro e estamos mais próximos do curso do Rio Piraí, onde passamos por diversas curvas sinuosas até o bairro da Guarita, onde passamos então pelo Córrego Charapá no bairro de mesmo nome.

Mais a frente ainda no bairro, passamos pelo acesso à uma estrada de terra que vai até a divisa com São Paulo na Serra da Bocaína em direção à outra nascente do Rio Piraí.

Há alguns quilômetros em aclive, passamos por curvas sinuosas onde as placas advertem o alto índice de acidentes no local. Em uma das curvas, existe uma ponte estreita sobre o Rio das Canoas.


Cascata do Rio Piraí no município de Rio Claro - Foto: Marcelo Corrêa

No Km 38 passamos sobre o Córrego Cascata, onde também é possível ver a sua foz no Rio Piraí, onde o local é utilizado como atração turística.

Agora passamos pelo Bairro Graminhas, onde já notamos que chegamnos há um perímetro urbano, com a tresença de algumas residências e pouco comércio, deste ponto até a ponte sobre o Rio Piraí, não encontramos nada além da vegetação, da hidrografia e do relevo às margens da rodovia.

Após cruzarmos o Rio, já estamos no Centro e faltam apenas 2km até o destino final, no Terminal Rodoviário de Rio Claro.


O Terminal Rodoviário de Rio Claro é administrado pela CODERTE - Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais e está localizado no encontro da RJ-155 com a RJ-149, vinda de Mangaratiba.


Angra dos Reis x Rio de Janeiro via BR-116/Passa Três - Foto: Rodrigo Reis
Rio Claro é uma linda e bucólica cidade, visitada por turistas que buscam atrativos naturais e esportes ecológicos. Os locais mais procurados são a Pedra do Bispo, a Pedra do Rastro e a Gruta, no centro da cidade, que despertam várias lendas no imaginário popular. Serras, de grande beleza, cachoeiras e trilhas fazem parte dessa variada fauna e flora da Mata Atlântica, entrecortada por imensos vales e límpidos rios que encantam os visitantes.


Trilha da Independência - Foto: Reprodução da internet

Nos finais de semana, os turistas locais e das redondezas aproveitam para nadar nos rios, praticar rafting ou se refrescar nas cachoeiras. Outra atração local é a Trilha da Independência – construída por escravos, toda em pedra (em 1728) para encurtar a passagem para o mar do ouro que vinha da região aurífera de Minas Gerais para o porto de Angra dos Reis, de onde partia para a Europa. Em 1822, D. Pedro I utilizou este caminho quando foi para São Paulo proclamar a Independência.


Referências Bibliográficas


DER - Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro, Ministério dos Transportes, CODERTE - Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais, Ônibus Brasil, Panoramica interativa, DETRO-RJ - Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro, Fotos e Motos, Cia de Ônibus, Rodoviária Novo Rio, Lídice RJ, Centro Oeste, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto.

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