Rotas Fluminenses: RJ-125 Rodovia Ary Schiavo

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Com 85 quilômetros de extensão, a rodovia aberta na década de 1950 liga a Rodovia Presidente Dutra, altura do município de Seropédica até a Rodovia Lúcio Meira, a BR-393, na localidade de Ubá, em Vassouras.



Recebe o nome de Ary Schiavo, ex-Prefeito da cidade de Nova Iguaçu na década de 1950, com origem familiar em Japeri.



Municípios Percorridos:

Seropédica - 8,5km
Japeri - 7km
Engenheiro Paulo de Frontin - 0,5km
Miguel Pereira - 38,5km
Paty do Alferes - 22,2km
Vassouras - 8,3km

Partindo do quilômetro 205 da Dutra e 96 do Arco Metropolitano (BR-493) em Seropédica, segue por 11 quilômetros, até Japeri, onde encontra a RJ-093 (acesso a Paracambi e ao bairro de Engenheiro Pedreira, distante alguns quilômetros).



Em seropédica percorre em zona rural os bairros de São Miguel e Carretão ao lado esquerdo da rodovia, ao lado oposto, o bairro de Santa Alice. Ao atravessar a ponte sobre o Rio Guandu, alcança o município de Japeri. Nos primeiros quilômetros japerienses, a rodovia atravessa um perímetro urbano desde Nova Belém até a Vila Beira Rio, passando pelo Centro do município, onde cruza com a Estrada de Ferro Central do Brasil, atual ramal de Paracambi e a linha cargueira da MRS Logística.



Junto à ferrovia, a RJ-125 encontra-se com a RJ-093 Estrada de Lages e percorre em leito compartilhado por cerca de 1,5km entre o Centro de Japeri e o bairro Beira Rio, que recebe este nome por estar situado a beira do Rio Santana.


Linha Chacrinha x Km15 herdada da Transnobel - Ligava o Centro de Japeri à divisa com o município de Miguel Pereira, localizado no Km15 da RJ-125 Rodovia Ary Schiavo. Posteriormente mesclada com a 565I Japeri x Queimados via Santa Inês. Quando inaugurou a Queimados x Japeri, a Fazeni Transportes e Turismo unificou 6 linhas: Japeri x Nova Belém, Chacrinha x Km 15 (trecho entre a Chacrinha e a cancela de Japeri), Japeri x Pedra Lisa, Engenheiro Pedreira x Pedra Lisa, Japeri x Engenheiro Pedreira e Queimados x Engenheiro Pedreira via Jardim Delamare.

Antes de se chamar Japeri, as terras onde hoje fica localizada a cidade foram chamadas de Engenho de Pedro Dias e, logo em seguida, de Belém, e faziam parte da grande sesmaria de quatro léguas contíguas e contínuas, na freguesia da Sacra Família do Caminho Novo do Tinguá. Toda a área havia sido concedida a Inácio Dias Velho da Câmara Leme.



Com sua morte, as terras foram divididas e couberam aos seus netos Pedro Dias Macêdo Paes Leme, marquês de São João Marcos, as situadas a oeste do rio Sant'Ana e, ao marquês de Quixeramobim, as situadas a leste do mesmo rio.
O primeiro núcleo de povoamento na área formou-se ao redor da capela dedicada ao culto de Nossa Senhora de Belém e Menino Deus.


Transnobel - Transportadora Nova Belém Ltda - Operando a linha Chacrinha x Km15 da RJ-125 no dia do plebiscito para emancipação dos distritos iguaçuanos de Japeri e Engenheiro Pedreira realizado em 30 de junho de 1991.

Japeri apresenta certa aptidão para o lazer, em virtude de sua localização às portas da Serra do Mar, a caminho de cidades importantes do Centro-Sul, como Miguel Pereira, Paty do Alferes e microrregião de Vassouras, do Pico da Coragem, com rampas utilizadas para prática de voo livre, e de sua destacada bacia hidrográfica, já que em seu território passa a maior parte das águas que abastece a região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o Rio Guandu que ganha seu nome a partir da divisa com Paracambi.

Por mais 3,4km dentro do município de Japeri, percorre-se em zona rural até o limite com o município de Miguel Pereira, localizado no km15 da rodovia.



Ingressa no território do município de Miguel Pereira, passando pelas localidades de Conrado e Arcádia, em mais 15 quilômetros de serra sinuosa, e pelo distrito de Governador Portela, de onde é possível acessar a RJ-121 para Vassouras, depois do que alcança o Centro de Miguel Pereira.


Locomotiva à vapor na Estação Vassouras - Foto: Reprodução da internet

Uma das regiões mais importantes do Estado do Rio foi o Vale do Paraíba, marcado pela riqueza da cultura cafeeira. Atualmente partido em três regiões de governo (Centro-Sul, Costa Verde e Médio Vale).




Vassouras, cidade muito lembrada por abrigar filmagens de novelas e filmes de época, nomeia uma microrregião. Entre outros, se incluem os municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes, ambos desmembrados de Vassouras.



Miguel Pereira, instalado em 1956, se origina de uma área cortada pelo ramal auxiliar (Japeri x Vale do Paraíba). O transporte ferroviário fomentou o crescimento de Governador Portela, distrito que abrigava o início do ramal auxiliar Valença - via Morro Azul, Sacra Família do Tinguá e Vassouras.

Apesar de sofrer declínio econômico devido à abolição da escravatura em 1888 e ao esgotamento das terras devido à exploração inadequada das plantações de café, o desenvolvimento urbano é impulsionado no início do século XX, quando foi aberto ramal auxiliar da estrada de ferro Melhoramentos (incorporada à Estrada de Ferro Central do Brasil em 1903), que, partindo de Japeri, na baixada Fluminense, atingia o rio Paraíba do Sul na cidade de Paraíba do Sul.



O eixo ferroviário estimulou o nascimento de povoações que, em sua maioria, abrigavam os próprios trabalhadores da ferrovia. Este é o caso de Governador Portela, onde parte das áreas urbanas era de propriedade da Rede Ferroviária Federal - RFFSA, que construiu toda uma vila residencial destinada aos ferroviários.


Esta característica é responsável pelo desenvolvimento da sede distrital que ocorreria antes de Estiva, atual Miguel Pereira.


Estrada de Ferro Linha Auxiliar - Foto: Reprodução da internet

A urbanização das áreas adjacentes à estação de Estiva teria lugar a partir da década de 1930, quando as qualidades do clima da região foram propagadas pelo médico e professor Miguel Pereira, que, mais tarde, daria seu nome à cidade. Desde então, a ocupação urbana teria, como vetor principal, o turismo de veraneio, que atraía e ainda atrai a população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.



O acesso original pela ferrovia seria substituído na década de 1950 por uma rodovia, cuja pavimentação posterior representou grande estímulo ao desenvolvimento urbano e turístico da área.



A posterior instalação e asfaltamento da RJ-125, que se inicia na Dutra e corta o município, propiciou fácil acesso e a ocupação urbana e turística.

A rodovia passa pela cidade vizinha de Paty do Alferes, a partir da qual se pode tomar a RJ-117 rumo a Petrópolis, e pelos distritos de Arcozelo e Avelar, até encontrar a BR-393. A estrada tem um posto da Polícia Rodoviária Estadual, no Km 33.5, em Arcádia.


Terminal Rodoviário Nacipe Tamer - Arcozelo - Paty do Alferes

Paty do Alferes com 30 anos remonta à época dos tropeiros e às terras do Alferes Leonardo Cardoso da Silva. A grande quantidade de patis-palmeiras originou a denominação da vila, transformada posteriormente em munícipio.



Nitidamente mais rural que Miguel Pereira, Paty tem como marcas o turismo e a produção de tomate: a Festa do Tomate é um marco tradicional e movimenta toda a região.

O transporte coletivo da região é dominado pela Linave Transportes, que tem dois setores distintos de operação


Distrito vassourense de São Sebastião dos Ferreiraos. Linha P440 Barra do Piraí x Paty do Alferes

Quando de seu planejamento, estava previsto um trecho de 14 quilômetros de extensão entre os municípios de Seropédica e Itaguaí. Este trecho é semelhante ao trajeto executado pelo Arco Metropolitano, por dentro da Floresta Nacional Mário Xavier e que liga a Rodovia Presidente Dutra (BR-116) à Rio-Santos (BR-101).




A partir de Arcozelo, a rodovia acompanha o leito do Rio Ubá até a saída 204 da Rodovia Lúcio Meira no bairro Ubá, localizado no distrito vassourense de Andrade Pinto.




Inicialmente com o nome de Ribeirão do Saco, o rio nasce no Centro de Paty do Alferes e atravessa a rodovia na localidade de Arcozelo. Ao entrar no distrito de Avelar, recebe o nome de Rio Ubá e permanece com esse nome até desaguar no Rio Paraíba do Sul em Andrade Pinto. Na localidade de Tabões em Vassouras, atravessa novamente a rodovia e recebe um de seus afluentes o Ribeirão Secretário.

O Transporte por ônibus na região:

As linhas que atendem a esses municípios eram operadas exclusivamente pela Pedro Antonio até o final dá década de 80.



Houve uma cisão, e os trajetos em Miguel Pereirae Paty do Alferes passaram à Viação Cidade das Rosas, que as explorou por aproximadamente 10 anos, até falir.



Posteriormente, a Viação Normandy do Triângulo, que já operava linhas rodoviárias nos municípios, passou também a fazer trajetos urbanos até setembro de 2012, quando vendeu as linhas para a Linave.



Em 2012, a Emanuel operava algumas linhas na região, como a Miguel Pereira x Petrópolis. Linha anteriormente operada pela Pedro Antônio, Cidade das Rosas e Pádua Tur (RJ 201), passa pelas zonas rurais dos dois municípios. Atualmente é operada pela Linave Transportes.




Outra linha que pertenceu à Pedro Antônio é a linha rodoviária Rio x Arcozelo, via Miguel Pereira e Paty do Alferes, atualmente operada pela UTIL no setor rodoviário.





Se hoje os moradores de Paty do Alferes e Miguel Pereira utilizam os serviços da Util para chegar a Nova Iguaçu e Rio de Janeiro e da Linave para sair de Paty a Miguel Pereira, Três Rios e Japeri, tudo isso se deve ao pioneirismo da Viação São Jorge Importadora e Turismo Ltda.



Fundada em 1958, a empresa foi a primeira a fazer viagens entre Paty e Miguel Pereira ao Rio de Janeiro. Na década de 60, começou a ligar as cidades a Três Rios e a Nova Iguaçu.
A década de 70 foi de despedida para a São Jorge: A empresa foi adquirida pela Pedro Antonio, que até a presente época operava linhas ligando Vassouras a Capital e a Paracambi, Mendes e Eng. Paulo de Frontin.



Há informações de que os ônibus da empresa – pois as linhas já tinha sido repassadas – foram para a Flores na década de 80. Depois disso, as linhas da Viação São Jorge foram repassadas a outras empresas até chegar nas mãos da Util e Linave.






A outrora toda-poderosa Pedro Antônio (RJ 126), quase onipresente na região, tem presença discreta com a Paty x Vassouas.


A empresa encolheu com o passar do tempo, dando origem à extinta Cidade das Rosas e vendendo diversas outras linhas para empresas como a Progresso e a Normandy.



Atualmente ela é uma empresa regional, com linhas municipais em Vassouras, Paulo de Frontin e outras intermunicipais entre Paty, Miguel Pereira, Vassouras e Valença.



Em Paty do Alferes as linhas do serviço municipal eram operadas pela VPL - Viação Paty Ltda, com abreviação homófona à VPL - Viação Paraíba Ltda, que operava no município vizinho, Paraíba do Sul.




Os carros, embora antigos, se justificam pela operação em estradas esburacadas de terra.



Após ter a sua permissão cassada nas duas cidades, a empresa deixou de operar. Suas linhas de Paty do Alferes estão sob operação da Linave Transportes, enquanto em Paraíba do Sul a Viação Moura assumiu o transporte municipal.



Entre Seropédica e Japeri, haviam linhas operadas pela Viação Ponte Coberta, ligando o município de Japeri com a Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro e de Paracambi para Nova Iguaçu. Linhas atualmente operadas pela Transportes Blanco, com exceção da ligação com a zona oeste, atualmente extinta.



O Transporte municipal em Japeri era realizado pela Transnobel - Transportadora Nova Belém Ltda. Atualmente, as empresas Gardel Turismo e Fazeni Transportes e Turismo operam no município, sendo a Gardel restrita ao distrito de Engenheiro Pereira, operando linhas que ligam o centro do distrito aos bairros do Guandu, Santa Terezinha e Cosme e Damião, assim como a ligação deste distrito com o Centro do município de Queimados.




A Fazeni Transportes e Turismo opera linhas entre Japeri e Queimados, atendendo aos barros da Pedra Lisa, Santa Amélia, Engenheiro Pedreira, Jaceruba, Teófilo Cunha, Rio Douro, Laranjal e Delamare.


Linha Auxiliar da Serra do Tinguá
Apartir de 
uma determinação direta do Imperador D. Pedro II, a Linha Auxiliar surgiu após contratos assinados no Rio de Janeiro em 15 de março de 1882 entre o Governo da Província Fluminense e a direção da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil.


Estrada de Ferro Melhoramentos - Locomotiva seguindo em direção à Governador Prtela - Foto: Reprodução da internet
A linha deveria seguir o curso do rio Santana, galgar as serras da Viúva e do Couto, ultrapassar as vilas de Portela e da Estiva, atravessar a Freguesia de Paty do Alferes e daí continuar para Paraíba do Sul e Entre-Rios.



Para sua concretização, foi fundada, em 17 de maio de 1890, a Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil pelos engenheiros André Gustavo Paulo de Frontin, Francisco Bicalho e Conrado Niemeyer, entre outros engenheiros e membros do Governo Provincial.


Ponte ferroviária sobre o Rio Santana no bairro Conrado em Miguel Pereira em 1985 - Foto: Hugo Caramuru

No dia 15 de fevereiro de 1893, deu-se então partida à construção da ferrovia na Estação de Alfredo Maia, na Mangueira (Rio de Janeiro). Em 1 de novembro de 1895, os trilhos já atingiam Honório Gurgel (km 17), destacando-se daí um ramal com 3 quilômetros em linha reta até a estação de Sapopemba (hoje Deodoro).



Já em 29 de março de 1898, a Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil promoveu uma série de inaugurações pela Serra do Tinguá, abrindo para o tráfego as estações de Sertão (hoje Conrado), Bomfim (agora Arcádia), Vera Cruz e o seu famoso viaduto, Conrado Niemeyer (depois batizada como Francisco Fragoso), Governador Portela, Estiva (ex-Barreiros e atual Miguel Pereira), Paty do Alferes, Arcozelo, Avelar, Andrade Costa, Cavaru e Barão de Werneck, além de diversas paradas de reabastecimento de locomotivas, entre as quais Paes Leme, Santa Branca, Engenheiro Adel, Monte Líbano, Barão de Javary, Monte Alegre, Pau Grande, Mestre Xisto, Bueno de Andrade e Taboões.


Vale do Rio Santana em Miguel Pereira
A partir daquele auspicioso dia, passou a circular pela serra a fumacenta Maria Fumaça, que por muitos anos foi motivo de alegria e prosperidade para todas as emergentes cidades do vale do rio Santana.



A Linha Auxiliar da Serra do Tinguá, assim chamada por servir de apoio à Rede de Campos dos Goytacazes, ou SR-8 (Superintendência Regional 8) no Norte do Estado, cobria as secções de Alfredo Maia ao Sertão (Conrado), com 85 km; Sertão à Governador Portela, com 25 km; Portela à Paraíba do Sul, com 55 km.


Acidente no km 95, a 3 km de Arcadia, em 1954 - Foto: Jornal Última Hora de 27/12/1954

Na realidade, considerava-se como Linha Auxiliar o leito ferroviário que partia da Estação de Alfredo Maia até a cidade de Três Rios, num total de 176,300 quilômetros, correndo então os trilhos dessa cidade até Porto Novo do Cunha, já na linha limítrofe com Minas Gerais.



Em 2 de julho de 1903, a ferrovia serrana conectando Japeri à Três Rios foi incorporada à Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) e, por determinação expressa do ofício nº 835, datado de 16 de julho do mesmo ano, passou a ser definitivamente conhecida como Linha Auxiliar.


Viaduto Engenheiro Paulo de Frontin sobre  Rio Santana. Localizado no bairro Vera Cruz em Miguel Pereira - Foto: Reprodução da internet
Em 1957, com a criação da Rede Ferroviária Federal S/A que unificou 19 estradas de ferro brasileiras, a Linha Auxiliar passou a ser administrada pela Estrada de Ferro Leopoldina, pelo fato de seu trecho ser em bitola métrica (1 metro de largura), cuja gerência, até dezembro de 1986, ficou a cargo da Superintendência Regional de Juiz de Fora, esta subordinada a CSP-3/Campos.


No pátio de Governador Portela, carros e máquina a vapor da Leopoldina, em janeiro de 1972 - nessa época, já era a Leopoldina quem usava essa linha. A locomotiva já "encostada", servia apenas como manobreira.
Em Portella o viajante escolhia. Seguir para Entre Rios, na composição vinda de Belém (Japeri), ou tomar novo comboio, de máquina a gasolina, rumo de Vassouras - Foto: Acervo Marcelo Lordeiro)

A velha e admirada Maria Fumaça ainda tentou resistir ao repto de um eclipse social tão melancólico, circulando pela malha ferroviária de Miguel Pereira como trem turístico no ano de 1986, até ser aposentada em face de problemas conjunturais e econômicos alegados pela direção da RFFSA.



Por sua vez, entre 1993 e 1995, a empresa Montemar Turismo, após investir milhares de dólares na reforma de vagões e trilhos, fez circular entre Conrado e Miguel Pereira o chamado Trem Azul, promovendo viagens que, semanalmente, atraíam para nossa terra centenas de turistas e levas de saudosos ex-ferroviários.


Entre 1989 e 1996, com algumas interrupções, o Trem Azul, turístico, fazia o percurso entre as estações de Miguel Pereira e de Conrado. Foi o último trem de passageiros a circular pela linha Auxiliar depois de anos de desativação.
Foto da revista Veja (1995)
Também a derrocada econômica levou a empresa à falência, e o que resta hoje das gloriosas épocas da ferrovia são poucas estações reformadas e apenas antigas fotografias nas quais podemos admirar a elegância dos nostálgicos trens que diariamente alegravam os vales e as montanhas.





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