Rotas Fluminenses: 196C Guapimirim x Central

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Dados da linha:
Linha - 196C Guapimirim x Central
Empresa: RJ 110 Auto Viação Reginas

Tipo: Urbana Intermunicipal





A linha parte do Terminal Rodoviário Coronel Américo Fontenele e acessa a zona portuária pelo Túnel João Ricardo e Via Binário.

A Via Binário do Porto foi inaugurada no dia 2 de novembro de 2013 e faz a ligação da Rodoviária Novo Rio à Avenida Rio Branco em um dos sentidos. Paralelo à Avenida Rodrigues Alves, o sistema com 3,5 Km de extensão tem três faixas por sentido e várias saídas para a distribuição interna do trânsito na Região Portuária.


Em 2016, a Via Expressa substituiu definitivamente o Elevado da Perimetral(ligando Ponte Rio-Niterói, avenidas Brasil e Rio de Janeiro à saída do Aterro do Flamengo sem saídas intermediárias), a Via Binário do Porto assumiu a função de circulação interna dos bairros portuários e seus acessos de entrada e saída do Centro.

Passamos pela Rodoviária Novo Rio e pelo INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia e no final da Avenida Rio de Janeiro, inicia a Avenida Brasil.


Passando embaixo das alças de acesso a Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói) a Avenida Brasil adquire a Sigla BR-101 e passa a compor a mesma até o bairro de Santa Cruz.

Na BR-101 Avenida Brasil seguimos pela pista seletiva até a Penha. Esse trecho possui irregularidades e ondulações na faixa de rolamento devido às obras de construção do Corredor Transbrasil, paradas desde julho de 2016.

Após o viaduto de acesso à Avenida Lobo Junior, passamos pelo Bairro Penha Circular onde está localizado o Mercado São Sebastião (popularmente chamado de "Porcão".

O nome Porcão vem do antigo mercado criado pelos primos gaúchos Neodi e Valdir Mocellin em 1975, no Rio de Janeiro. Foi a primeira filial na cidade. O Mercado Porcão foi aberto no lugar da Casa da Banha que havia no local.


Passamos pelo Trevo das Missões, trevo de entroncamento das BRs 040, 101 e 116. Vale lembrar que a BR-116 segue o trecho troncal da BR-101 Avenida Brasil entre o Trevo das Margaridas e o Trevo das Missões, dali segue  pela BR-040 Rodovia Washington Luís até o entroncamento com a BR-493 Avenida Santos Dumont, o em Magé no bairro Parque Boneville volta a ser exclusivamente BR-116 com a denominação de Rio-Teresópolis, enquanto a BR-493 segue em direção à Itaboraí.

Voltando a nossa viagem, Agora pela Rodovia Washington Luís, atravessamos as faixas em direção à pista seletiva.

Passamos pelo Rio Lucas, um pequeno valão que tem a função de demarcar o limite entre Rio de Janeiro e Duque de Caxias.

No Parque Duque, passamos no trevo de acesso à RJ-071 Via Expressa Presidente João Goulart e em seguida atravessamos a ponte sobre o Rio Pavuna, outro rio importante na divisão intermunicipal com a Cidade do Rio de Janeiro. Ele serve de divisão administrativa entre a capital com as cidades de Nilópolis, São João de Meriti e Duque de Caxias.

Na altura do Caxias Shopping, a rodovia serve de divisa entre os bairro Parque Duque e Parque Beira Mar, que inicia na esquina com a Avenida Beira Mar.

Passamos pela Vila São Luís, Parque Sarapuí, 14 de Julho, Jardim Gramacho e Gramacho, local onde termina o trecho duplicado da rodovia às margens do Rio Sarapuí.

Agora no Bairro São Bento, seguimos por todo o bairro em uma reta cercada de vegetação até a ponte sobre o Rio Iguaçu, onde então saímos em Campos Elísios, onde podemos ver a REDUC - Refinaria Duque de Caxias enquanto atravessamos o viaduto sobre a Estrada de Ferro Leopoldina.



O Rio Iguaçu

Sua nascente é na Serra do Tinguá. Tem extensão de 43 km, desaguando na Baía da Guanabara. Seus principais afluentes são os rios Tinguá, Pati, Capivari (margem esquerda), Botas e Sarapuí (margem direita). Antigamente, havia ainda um afluente importante, o rio Pilar, hoje assoreado.

Esse rio foi de fundamental importância para o desenvolvimento da região da Baixada Fluminense, especialmente para a criação da cidade de Nova Iguaçu.

O porto de Iguaçu, que se localizava nesse rio, foi o segundo mais importante porto fluvial do Estado do Rio de Janeiro, especialmente entre 1830 e 1860. Exportava-se principalmente café, feijão, farinha e tapioca, além de outros produtos, produzidos no próprio município de Iguaçu (hoje Nova Iguaçu) e também nos municípios de Vassouras, Valença e Paraíba do Sul (que abrangiam os vários municípios atualmente existentes na região). 



A província de Minas Gerais também utilizava o porto, que ficava no final da Estrada Real do Comércio.

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Voltando a nossa viagem, passamos pelo entroncamento com a RJ-101 Avenida Governador Leonel de Moura Brizola. Ela tem início na RJ-071 Via Expressa Presidente João Goulart e termina na BR-040 Rodovia Washington Luis no bairro do Pilar.

Passamos pelo Jardim Primavera e no trevo com a BR-493, entramos na saída 108C e seguimos pela Rodovia Raphael de Almeida Magalhães (Rio-Magé). Passamos por Saracuruna e pela Vila Urussai, a partir daqui começamos a nos afastar da zona urbana e passaremos por breves bairros a beira da rodovia.

Entre os rios Saracuruna e Roncador, passamos pelo bairro de Nova Campinas. A partir do Rio Roncador, passamos pelo Jardim Anhangá até a esquina com a Avenida Hélio de Oliveira, onde começa inicia o bairro de Imbariê. No final da Avenida Hélio de Oliveira está situada a estação ferroviária de Parada Morabi.


Em Imbariê, passamos por outro viaduto sobre a Estrada de Ferro Leopoldina e em seguida passamos sobre o o Canal Taquara. Já nos despedindo de Duque de Caxias, atravessamos o Rio Imbariê e chegamos em Magé no bairro Vila Recreio.

Passamos por Vila Estrela e Paraíso até chegarmos no bairro Campinho, onde está localizada a Praça do Pedágio.

Pelo jardim Paradinhos, temos a divisa com Bongaba. Essa divisão é realizada por um marco histórico, a Estrada de Ferro Mauá, ou o que restou de resquícios da sua existência.





Estrada de Ferro Mauá


Em 1854, Irineu Evangelista de Souza inaugurou a primeira ferrovia do Brasil, com bitola de 1,676 m, ligando o Porto de Mauá, no "fundo" da Baía de Guanabara, a Fragoso, estação situada a cerca de 14 km, e ali rodou a Baroneza, a primeira locomotiva a percorrer uma linha no Brasil. A E. F. Mauá foi estendida em 1856 até Raiz da Serra e dali pretendia subir a serra de Petrópolis para alcançar essa cidade, fato que ocorreu apenas 30 anos mais tarde, mas por outra empresa, a E. F. Príncipe do Grão Pará, que acabou por comprar a E. F. Mauá em 1988 e reduzir sua bitola para métrica para acabar com a baldeação em Raiz da Serra. Em 1890, tudo passou a ser propriedade da E. F. Leopoldina. A partir do momento em que esta chegou a Piabetá com sua linha vinda da estação de Barão de Mauá, no Rio, o trecho entre Piabetá e Mauá passou a ser apenas um ramal. Em meados dos anos 60, o tráfego entre essas duas estações foi suprimido e a ferrovia desde então está abandonada.


Atualmente apenas o trecho entre Piabetá e Vila Inhomirim estão ativos, sendo operados pela SuperVia.

O ramal de Guia de Pacobaíba possuía as estações saindo de Piabetá, Cassebu, Calafate, Caiubá e Guia de Pacobaíba (antiga Mauá).

Daqui pra frente, a via recebe o nome da Avenida Santos Dumont, que vem Piabetá até o entroncamento da BR-116 com a BR-493 em Santa Guilhermina.

Após a ponte sobre o Rio Inhomirim, estamos em Suruí, em alguns metros, passamos ao lado da linha Saracuruna x Visconde de Itaboraí, uma ferrovia que serve ao Ramal Guapimirim em determinado ponto.


Linha Saracuruna x Visconde de Itaboraí


A linha ligando Rosário (atual Saracuruna) a Visconde de Itaboraí, projetada desde 1890 pela Leopoldina, somente foi entregue em 1926 devido a inúmeros entraves burocráticos que foram aparecendo pelo caminho durante esses 36 anos. Na prática, foi essa linha que ligou as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, contornando a Baía de Guanabara, passando por Magé e dando acesso também do Rio de Janeiro a Teresópolis e a linha do Litoral da Leopoldina. A linha cruzava a antiga ferrovia E. F. Mauá na estação de Entroncamento, hoje Bongaba. A linha Saracuruna-Porto das Caixas está ativa até hoje, por ela passando trens da SuperVia que ligam Saracuruna a Guapimirim, entrando pelo antigo ramal de Teresópolis. O trecho Magé-Visconde de Itaboraí está inativo.

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Ainda em Suruí, passamos sobre o Rio Suruí e encontramos novamente a ferrovia.
Após o posto da Polícia Rodoviária Federal, passamos pelo trevo de entroncamento da BR-116-Rio Teresópolis com a BR-493 Rodovia de Contorno da Guanabara no Parque Boneville.

No leito da Rio-Teresópolis (Avenida Santos Dumont), passamos pela Vila Rica, Iriri e Parque Dom Pedro II onde atravessamos o Rio Magé e saímos no Jardim Nova Marília.

Nesse bairro encontramos mais uma praça de pedágio da CRT - Concessionária Rio Teresópolis. Essa praça gera polêmica entre os moradores de Magé. Vários bairros ficaram isolados, obrigando os moradores a pagarem pelo pedágio na entrada e saída.

Legislação:

Conforme prevê a Lei Estadual nº 4044, publicada em dezembro de 2002, fica proibida no Estado do Rio a construção de praças para cobrança de pedágio em qualquer ponto da via fora da divisa entre municípios, exceto quando praças de pedágios antecederem túneis e pontes, ou vias construídas com a previsão de existência de praça de pedágio.
O artigo 2º da mesma lei determina que as praças de pedágio já construídas e que contrariem a lei deverão ser transferidas no prazo máximo de 12 meses.

Essa praça foi construída para dar apoio à outra existente no Parque Boneville. Quando construída no início da BR-493, os usuários da via estavam fazendo caminho pelo Centro de Magé e acessando a Rio-Teresópolis no Jardim Nova Marília e assim desviando do pedágio.

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Agora estamos em Jororó e em instantes no Parque Santa Filomena até chegarmos em Citrolândia, o último bairro de Magé. A divisão entre Magé e Guapimirim não possui nenhum marco ou placa na rodovia. Porém, sabemos que essa está situada no início da Avenida Ideal no bairro Jardim Anápolis. Essa avenida termina na estação Parada Ideal do ramal Guapimirim.

Passado o Jardim Anápolis, atravessamos o bairro Cidade Jardim Guapimirim até chegarmos em Parada Modelo.

Aqui entramos na RJ-122 Estrada Rio-Friburgo, cujo trecho urbano na cidade é nomeado Rua Irineu Alves dos Santos. Após o pórtico da cidade, cruzamos a passagem de Nível do Ramal Guapimirim (antigo ramal Teresópolis).

Passando o cruzamento, seguimos em frente até o semáforo que dará acesso à Rua Alcino José Ferreira e pela Rua Olímpio Pereira, sairemos em frente à estação ferroviária de Parada Modelo.

Entraremos na Rua José Carlos do Prado e seguimos em direção ao bairro Bananal. O bairro começa após a ponte sobre o Rio Bananal.

O Rio Bananal nasce em Corrêas na cidade de Petrópolis e após atravessar o PARNASOParque Nacional da Serra dos Órgãos chega em Guapimirim na Chácara Entrerios em seguida passa pela Vila Guapi e Parque Santo Antônio até chegar no Bananal onde deságua no Rio Soberbo.

Aqui seguimos até a passagem de Nível da Estrada do Bananal e a via muda de nome outra vez, passando a se chamar Rua Claudionor Batista. Após o número 822 estamos no Centro de Guapimirim.

Seguimos pela via até o fim, na Rua Vereador Maximiano José Pacheco. Entramos na Rua Itá, aqui já estamos em uma área residencial e se aproximando de pequenos comércios.

Atravessamos a passagem de nível do Ramal de Guapimirim novamente e chegamos na Praça da Emancipação. Essa praça recebe as principais vias de acesso ao centro:

> Avenida Dedo de Deus
Liga a BR-116 Rio-Teresópolis no Parque Santo Antônio

> Estrada do Espinhaço/Rua Joaquim Coelho
Liga a BR-16 Rio-Teresópolis em Vila Guapi

> Rua Itá/Irineu Alves dos Santos
Liga a RJ-122 Rio-Friburgo em Parada Modelo

> Rua Eduardo Garcia
Recebe o tráfego de outras vias:
*Estrada da Barreira
Liga a BR-116 Rio-Teresópolis em Chácaras Entrerios margeando o Rio Soberbo.

*Rua Marta Alcântara Fares
Liga a BR-122 Rio-Friburgo em Fazenda Santa Constância.

*Estrada do Limoeiro/Estrada Parque Fleixal
Liga a BR-116 Rio Teresópolis em Chácaras Entrerios pelo Vale do Garrafão.

*Estrada da Caneca Fina
Liga a Serra da Caneca Fina no bairro Caneca Fina.



Após a Praça, seguimos em direção à Estrada da Caneca Fina, e passamos pela Rua Professor Rocha Faria, nela está localizada a Estação Ferroviária de Guapimirim, atualmente é a última estação.


E. F. TERESÓPOLIS


Fundada em 1854, a Estrada de Ferro Leopoldina teve seu trajeto iniciado a partir do Porto de Piedade e chegou ao Centro de Guapimirim em 1986. O trecho da estrada de ferro que figava Guapimirim à Teresópolis foi construído em duas etapas.





O primeiro trecho, que ligava o Centro de Guapimirim à Barreira foi inaugurado em 1904. A segunda parte, da Barreira ao Alto Soberbo, em 1908. 

Com as políticas de erradicação dos ramais deficitários, além da pressão internacional da indústria automobilística e com o andamento das obras da rodovia BR-116, inaugurada em 1959, o trem cortou a serra pela última vez em 1957.

No trecho Magé-Guapimirim até hoje passam trens de subúrbio operados atualmente pela SuperVia.


Após a estação Guapimirim, o ramal contava com as estações Barreira, Miudinho, Soberbo, Alto Teresópolis, Fazendinha e José Augusto Vieira


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Após a Alameda Chico Mendes, passamos pela Rua Quatro e atravessamos a ponte sobre o Rio Soberbo e chegamos na Praça Niterói.





O Rio Soberbo nasce na Serra dos Órgãos e possui várias cachoeiras em todo seu curso.

Nos dias de chuva no alto da Serra, o rio costuma encher e provocar o fenômeno conhecido como "tromba d'água" ou "cabeça d'água". Várias pessoas já morreram com este fenômeno, pois as nuvens de chuva no alto da serra as vezes são vistas pelos banhistas que são pegos de surpresa.
Na Praça Niterói entramos na Estrada da Caneca Fina. 
No Jardim Boa Vista Passamos pela ponte sobre o Rio Iconha e desse lado do rio, encontramos muitos sítios e condomínios às margens da estrada.

Passamos pela ponte do Canal dos Lagos de Iconha e chegamos na área residencial do bairro Caneca Fina e aos poucos, a faixa amarela contínua que separa os sentidos da estrada começam a desaparecer.

Mais uma ponte no caminho, agora sobre o Rio Socavão. A partir daqui, as calçadas se estreitam e em muitos trechos, deixam de existir fazendo com que os pedestres se arrisquem meio às curvas da estrada.


A via termina a viagem a beira do Riacho Socavão.

O ponto final é na esquina com a Rua Violeta
no bairro Caneca Fina.


A viagem terminou, mas a Estrada da Caneca Fina continua...

Ao atravessa a ponte, temos acesso ao Parque da Serra da Caneca Fina e a Trilha do Ouro.

A região do Ouro é conhecida em Guapimirim por sua vasta produção de banana. Mas, não é por esta razão que ela é chamada assim. Na verdade, essa é mais uma preciosidade históric
a herdada pela cidade. E das antigas! Dos tempos do Brasil Colônia.

Com a exploração portuguesa das minas de ouro no Século 18, surgiu também o contrabando da riqueza que já era roubada de nossas terras.

Enquanto a rota original seguia apenas pelo Socavão, um desvio era utilizado para a fuga dos ladrões. Este é o trajeto hoje chamado de Trilha do Ouro – que tem como símbolo um enorme Jequitibá centenário, provavelmente plantado pelos bandos que por ali transitavam.




> Com o fechamento da Transporte e Turismo Luxor em 1996,a linha foi operada pela Anatur até o ano 2000. Já encerrando as suas atividades, a Anatur por sua vez tratou de vender todas as suas linhas para empresas da região (TREL, União, Machado e Reginas).




Auto Viação Reginas, recebeu os setores Magé/Guapimirim e consequentemente passou a operar também em Cachoeiras de Macacu na Região Serrana.

As linhas que pertenciam ao Grupo Luxor/Anatur e foram para a A.V. Reginas eram:

125C - Central x Magé
464C - Central x Andorinhas
196C - Central x Guapimirim
126I - Duque de Caxias x Magé ( via Imbariê)
465C - Duque de Caxias x Andorinhas (via Magé e Imbariê)
195C - Praça Mauá x Guapimirim
Castelo x Magé
Praça Mauá x Andorinhas

A linha é coberta pelas linhas:

Urbanas

125C - Magé x Central
127C - Magé x Central via Linha Vermelha
195C - Guapimirim x Central via Linha Vermelha.
464C - Andorinhas x Central
474C - Vilar Santo Aleixo x Central

Executivas - Master Class

2125C Magé x Castelo
2195C Guapimirim x Castelo
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